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Bebê de um mês morre dentro de ambulância à espera de transferência para hospital no PR: ‘Não falavam nada’, desabafa mãe

Amor Real Notícias por Amor Real Notícias
3 de dezembro de 2021
em Paraná
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Bebê de um mês morre dentro de ambulância à espera de transferência para hospital no PR: ‘Não falavam nada’, desabafa mãe
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Guilherme deu entrada em UPA de Ponta Grossa com falta de ar; ambulância não saiu do pátio da unidade. Prefeitura abriu sindicância e afirmou que bebê estava estável quando foi entregue ao Samu.


Um bebê de um mês e 19 dias morreu dentro de uma ambulância enquanto esperava uma transferência para o Hospital da Criança de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. De acordo com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santa Paula, a ambulância não chegou a deixar o pátio de estacionamento.

Em Ponta Grossa, desde setembro, o atendimento infantil é feito inicialmente em UPAs e não mais diretamente no Hospital da Criança. Para a instituição, a transferência só é feita em caso de emergência e encaminhamento.

Na terça-feira (30), Guilherme foi levado pela mãe à UPA às 8h. Segundo ela, ele estava sem comer e com dificuldade para respirar.

“A classificação dele foi amarela. Ali a princípio eles falaram que estava tudo bem, na triagem, que podia esperar um pouquinho atendimento. Mas ele já tava [sic] ruim, com aquela tosse carregada”, relembrou.

De acordo com o prontuário registrado pela UPA, quatro horas depois da entrada da criança na unidade, às 11h59, foi solicitada transferência imediata do menino para o Hospital da Criança.

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Guilherme estava com saturação do oxigênio em 70%, quando o normal é 95%, além de ter um broncoespasmo – fechamento das vias áreas pequenas -.

O documento da UPA também mostra que, 30 minutos após o pedido de transferência, a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) permanecia no pátio com a criança dentro. Cinquenta minutos depois, às 13h20, a família foi informada da morte do bebê.

“Nós vimos ele na ambulância. Ele estava sem nada, sem intubação. Diz que ele só tava [sic] sedado dormindo. Aí nós fomos no carro esperar ele sair para nós acompanhar, mas a ambulância demorou demais, demais, não sei contar mas era bastante. Eu entrava em desespero e falava tá [sic] acontecendo alguma coisa. Meu marido foi na janela da ambulância. Ele saiu e entrava dentro daquela ambulância, e não falavam nada. Ele [bebê] não saiu vivo daquela ambulância. Se eles fossem gritando pro hospital, não sei, poderia acho que ter uma chance. Poderia ter ido direto, sem esperar nada”, desabafou.

Por meio de nota, o Instituto Saúde e Cidadania (Isac), que administra a UPA Santa Paula junto à Fundação Municipal de Saúde, lamentou a morte da criança e afirmou que abriu uma sindicância para apurar os fatos.

O instituto afirmou que após realizados todos os exames, com os resultados em mãos, foi feito o pedido de transferência com urgência e que quando Guilherme foi entregue ao Samu ele estava estável.

“Porém, após assumir a conduta, ficou parado no estacionamento, de portas fechadas, por cerca de 15 minutos. Ao todo, o SAMU ficou estacionado por 40 minutos até o óbito ser registrado”, ressalta ainda trecho da nota.

Busca incessante por atendimento

De acordo com Vanessa, mãe de Guilherme, o bebê começou a apresentar tosse quando tinha apenas 10 dias de vida. Ele não teve registro de problemas de saúde durante todo o período de neonatal.

Desde então, ela sempre buscou atendimento junto à UPA, mas, segundo ela, Guilherme fazia apenas inalação e os médicos mandavam retornar para casa.

Dois dias antes da morte dele, ela voltou ao hospital por conta da saúde do pequeno.

Foram feitos exames e receitado antibiótico, mas o menino foi novamente enviado para casa, e a família orientada a retornar na terça-feira.

Vanessa chegou ainda antes do horário marcado diante da piora da criança.

De acordo com a mãe, entre domingo e terça, Guilherme piorou e passou a ter intensa falta de ar e muita tosse.

Com toda a dor da perda do filho, a mãe questiona se Guilherme não deveria ter sido internado antes.

“Devia ser umas quatro, cinco, mas perdi as contas. Com 10 dias já levei ele na UPA com essa tosse”, contou.

Por RPC Ponta Grossa

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