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Megaoperação Êxodo: R$ 345 milhões em bens são sequestrados em ação contra facção criminosa ligada ao Terceiro Comando Puro

Rilson Mota por Rilson Mota
27 de novembro de 2024
em Brasil, Tecnologia
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Megaoperação Êxodo: R$ 345 milhões em bens são sequestrados em ação contra facção criminosa ligada ao Terceiro Comando Puro

Operação Êxodo - GAECO - 27.11.24 Eric Bezerra/MPMG

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Por Pr. Rilson Mota

Uma das maiores operações de combate ao crime organizado do ano, a operação Êxodo, foi deflagrada nesta terça-feira (27) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), em parceria com as polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal. O alvo principal da ação foi a facção Terceiro Comando Puro (TCP), com base no Rio de Janeiro e ramificações em Minas Gerais. Nomeada Sala Vip, a operação teve desdobramentos em 10 cidades de seis estados, incluindo Belo Horizonte, Contagem, Foz do Iguaçu e São Bernardo do Campo.

As investigações culminaram no cumprimento de 79 mandados de busca e apreensão e 14 prisões, desmantelando a alta cúpula da facção em Minas. A operação também resultou no sequestro de bens avaliados em impressionantes R$ 345 milhões, entre contas bancárias, imóveis, veículos e aplicações financeiras, desarticulando a rede de lavagem de dinheiro vinculada ao narcotráfico e ao comércio ilegal de armas.

Entre os itens apreendidos estão 188 tabletes de maconha, um fuzil 556, oito pistolas, dois revólveres e mais de 1.500 munições. Lideranças da facção foram capturadas em Minas e no Rio, incluindo integrantes que comandavam as operações financeiras do grupo. Três suspeitos seguem foragidos.

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Do narcotráfico ao assistencialismo: a estratégia multifacetada da facção

As investigações, que duraram dois anos, revelaram um esquema criminoso que ia além do tráfico de drogas e armas. A facção explorava atividades aparentemente legítimas, como fornecimento de internet e gás, para encobrir transações ilícitas. Além disso, realizava ações assistencialistas nas comunidades, fortalecendo sua influência e fomentando o controle local.

Empresas fictícias e contas bancárias de “laranjas” eram utilizadas para lavar os recursos oriundos do narcotráfico. Essas organizações não possuíam funcionários ou registro de tributos, facilitando a ocultação dos lucros. A complexa rede de lavagem de dinheiro operava em diversos estados, envolvendo pessoas físicas e jurídicas que participavam do escoamento de capitais.


Estrutura e impacto da operação

A operação mobilizou um contingente significativo: 100 policiais civis, 80 militares, promotores de Justiça e agentes de inteligência, com suporte aéreo de helicópteros das polícias Civil e Militar de Minas Gerais. Cães farejadores também participaram, localizando drogas e armas em áreas de difícil acesso.

Segundo o MPMG, a operação não apenas enfraquece o Terceiro Comando Puro em Minas Gerais, mas também representa um golpe financeiro significativo contra a organização criminosa. O sucesso da ação demonstra a eficácia da integração entre as forças de segurança estaduais e federais.

Essa ação destaca a importância do enfrentamento ao crime organizado em suas diversas frentes, desde o narcotráfico até os complexos esquemas de lavagem de dinheiro. O impacto da operação é um marco na luta contra o crime em Minas Gerais e um exemplo para o restante do país.

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