Por Pr. Rilson Mota
Na noite de 16 de março de 2025, o Centro de Pitanga, no Paraná, foi palco de um crime que misturou crueldade animal e ameaças, expondo a irresponsabilidade de quem acha que pode resolver problemas com violência. Às 22h20min, dois irmãos, de 40 e 38 anos, chegaram à sede da 3ª Companhia da Polícia Militar relatando um incidente que começou com um estampido de tiro e terminou com seu cachorro ferido. Esses criminosos, que atiram sem pensar e intimidam os outros, merecem a reprovação de todos que prezam pela convivência decente.
Os irmãos contaram que ouviram o disparo e logo viram o cachorro voltar para casa com o focinho sangrando, um ferimento que atravessou a carne do animal — uma prova clara de que alguém usou uma arma de fogo sem cuidado. Mandaram uma mensagem ao vizinho, um homem de 47 anos, perguntando por que ele havia atirado, mas a resposta foi um confronto direto: ele foi ao portão da casa deles e, em tom ameaçador, disse que “é difícil ele atirar, mas se atirar, não erra”. Esses delinquentes, que ferem animais e desafiam os outros, são uma ameaça que Pitanga não pode aceitar.
A Polícia Militar agiu rápido, indo até a casa do suspeito para esclarecer os fatos. O homem de 47 anos admitiu ter disparado um rifle calibre .22, alegando que ouviu barulho perto de seu chiqueiro de porcos e quis assustar cachorros que tentavam entrar. Ele disse que não percebeu que acertou o animal — uma desculpa que não apaga a imprudência de quem atira sem medir as consequências. Esses bandidos, que põem a segurança de todos em risco, precisam responder por cada erro que cometem.
A arma foi entregue pelo próprio suspeito: um rifle oxidado da marca CBC, com um carregador para dez cartuchos, municiado, e outro carregador reserva com mais dez munições. Esse arsenal mostra que ele estava pronto para mais do que apenas “assustar” — é o tipo de comportamento que transforma uma discussão em tragédia. Esses indivíduos, que guardam armas e as usam sem critério, merecem ser retirados das ruas antes que façam algo pior.
O Centro de Pitanga, uma área de famílias e trabalhadores, não é lugar para esses criminosos que atiram em animais e ameaçam vizinhos. Os irmãos, de 40 e 38 anos, buscaram ajuda para proteger o cachorro e a si mesmos, mostrando que não se calariam diante da violência. Esses delinquentes, que acham que uma arma resolve tudo, subestimam a força de quem exige justiça.
A Polícia Militar apreendeu o rifle, os carregadores e as munições, levando o suspeito e as vítimas à 45ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) para os procedimentos legais. O cachorro ferido é a prova viva de uma ação irresponsável que poderia ter atingido uma pessoa — esses bandidos, que não pensam nas consequências, precisam enfrentar a lei com todo o rigor que o caso exige.
A captura do homem de 47 anos é um alívio temporário para os irmãos e o bairro, mas a ameaça que ele representava deixa marcas. Em um dia que Guarapuava viu furtos e brigas, esse caso em Pitanga reforça que o crime não escolhe lugar — esses indivíduos, que ferem animais e intimidam os outros, devem pagar por cada ato de violência que cometem.
Aos leitores do Amor Real Notícias, entregamos essa história com a clareza que ela exige e a crítica que esse criminoso merece: um cachorro ferido e vizinhos ameaçados em Pitanga, um homem preso por sua imprudência armada. A justiça começou a agir, e o recado é claro — quem atira e ameaça não tem lugar em Pitanga.
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