Amor Real Notícias |
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
5 de março de 2026
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Amor Real Notícias |
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Home Paraná

Redução na contribuição patronal é quinta grande mudança na Paraná Previdência nos últimos anos

Rilson Mota por Rilson Mota
26 de junho de 2021
em Paraná, Política
0
Redução na contribuição patronal é quinta grande mudança na Paraná Previdência nos últimos anos
0
SHARES
24
VIEWS
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp
 

A aprovação, na última semana, de projeto de lei que reduz a contribuição patronal ao Fundo Previdenciário dos servidores públicos estaduais, gerido pela ParanáPrevidência, é a quinta grande mudança na previdência dos servidores nos últimos seis anos. Desde o histórico 29 de abril de 2015, quando, sob fortes protestos, que culminaram em uma ação violenta da Polícia Militar para conter os manifestantes, a Assembleia Legislativa aprovou a transferência de 33,5 mil beneficiários do Fundo Financeiro para o Fundo Previdenciário da Paranaprevídência, o fundo vem passando por alterações, em busca de adequação à legislação e de solvência financeira.

Com a transferência aprovada em 29 de abril de 2015, o Estado do Paraná, então governado por Beto Richa (PSDB) tirou de sua responsabilidade o pagamento das aposentadorias de 33,5 mil servidores aposentados antes da criação da ParanáPrevidência, em 1998, passando esses custos para o Fundo Previdenciário. Isso gerou uma economia de R$ 125 milhões mensais ao Estado, mas onerou o fundo que passou a ter a solvência financeira no longo prazo contestada.

Em dezembro de 2018, no governo Cida Borghetti (PP) a
Assembleia aprovou mais uma lei que diminuiu a capitação do fundo, ao menos em
teoria. Os deputados transformaram em lei uma prática que já vinha sendo
adotada pelo governo do estado, apesar de ser considerada ilegal: o não repasse
ao fundo da contrapartida sobre as contribuições dos inativos que, naquele ano,
tinham um percentual descontado do montante dos seus vencimentos que
ultrapassassem o teto do INSS para assegurarem a aposentadoria integral.

Em dezembro de 2019, já no governo Ratinho Junior, mais uma vez sob fortes manifestações dos servidores, os deputados precisaram transferir as sessões para a Ópera de Arame e, protegidos por grande cerco policial, aprovaram a reforma da previdência no âmbito estadual. A exemplo da reforma da previdência federal, a lei paranaense aumentou de 11% para 14% a contribuição previdenciária dos servidores, aumentou o tempo de serviço e de contribuição para a aposentadoria e introduziu a contribuição de ativos e pensionistas.

NóticiasRelacionadas

Deputado e filho de sócio no “banco dos réus”: a segunda-feira de “puxão de orelha” na CPMI do INSS

Em ano eleitoral, Câmara aprova MP que entrega botijão de gás de graça para famílias pobres

Ainda durante as sessões na Ópera de Arame, os deputados aprovaram a criação do Fundo Complementar de Previdência dos servidores estaduais. Como a reforma da previdência estabeleceu o teto do INSS também como valor máximo do benefício a ser pago a servidores públicos estaduais e pensionistas, o governo propôs a criação de um fundo complementar para os servidores interessados em se aposentar com seus vencimentos integrais ou, ao menos, com um valor intermediário entre seu salário e o teto do INSS. De adesão voluntária, o fundo conta, também com coparticipação do estado, no limite de 7,5% das contribuições extras.

As modificações implementadas em 2019 geraram um inédito
superávit nas contas da ParanaPrevidência. Com mais pessoas contribuindo para o
fundo e com contribuições maiores, o plano teve saldo positivo de R$ 13,49
bilhões em 2019 e R$ 14,66 bilhões em 2020. Diante deste quadro, o governo
apresentou, e a Assembleia aprovou, projeto que reduz a contribuição patronal ao
fundo previdenciário em montantes que chegarão, na média a R$ 1 bilhão por ano
a partir de 2022.

“O projeto não impacta nas aposentadorias e pensões dos
servidores estaduais, não altera suas alíquotas de contribuição, apenas adéqua
a necessidade de contrapartida patronal no fundo de previdência e os recursos
economizados poderão gerar investimentos no estado”, justificou o líder do
governo, deputado Hussein Bakri (PSD).

A bancada de oposição, que votou contra o projeto já na
primeira discussão (quanto à constitucionalidade), apresentou estudo que alerta
que, com a alteração, o superávit de R$ 14,6 bilhões registrado no ano passado
deverá se reduzir a uma “solvência vulnerável de apenas R$ 55,6 milhões”, o que
representaria um risco financeiro ao fundo. “Além disso, a proposta retoma a
discussão de sempre: aumenta a contribuição dos servidores ativos, inativos e
pensionistas para depois reduzir a contribuição dos entes patronais”, criticou
Requião Filho (MDB).

Fonte

Relacionado Postagens

Deputado e filho de sócio no “banco dos réus”: a segunda-feira de “puxão de orelha” na CPMI do INSS
Brasil

Deputado e filho de sócio no “banco dos réus”: a segunda-feira de “puxão de orelha” na CPMI do INSS

por Rilson Mota
9 de fevereiro de 2026
Em ano eleitoral, Câmara aprova MP que entrega botijão de gás de graça para famílias pobres
Política

Em ano eleitoral, Câmara aprova MP que entrega botijão de gás de graça para famílias pobres

por Rilson Mota
5 de fevereiro de 2026
PT solicita ao TSE proibição de impulsionamento pago para conteúdos críticos a governos
Brasil

PT solicita ao TSE proibição de impulsionamento pago para conteúdos críticos a governos

por Rilson Mota
5 de fevereiro de 2026
Lula empata com herdeiros de Bolsonaro e Tarcísio na corrida para dois mil e vinte e seis
Política

Lula empata com herdeiros de Bolsonaro e Tarcísio na corrida para dois mil e vinte e seis

por Rilson Mota
4 de fevereiro de 2026
CPMI do INSS deve votar quebras de sigilo do Banco Master nesta quinta-feira
Brasil

CPMI do INSS deve votar quebras de sigilo do Banco Master nesta quinta-feira

por Rilson Mota
4 de fevereiro de 2026
Ratinho Jr. defende indulto a Bolsonaro e expõe racha no PSD de Kassab
Paraná

Ratinho Jr. defende indulto a Bolsonaro e expõe racha no PSD de Kassab

por Rilson Mota
30 de janeiro de 2026
Amor Real Notícias |

© 2024 Amor Real Notícias - Todos os direitos reservados.

Veja mais

  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Tecnologia

Nós siga nas redes sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Tecnologia

© 2024 Amor Real Notícias - Todos os direitos reservados.

Amor Real Notícias utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies .