Por Pr. Rilson Mota
Na manhã de 12 de março de 2025, as cidades de Imbituva e Castro, no Paraná, foram palco de uma operação que expôs a irresponsabilidade de quem destrói a natureza por ganância ou negligência. A Polícia Militar Ambiental constatou danos graves em duas propriedades rurais, onde a vegetação nativa foi arrasada sem permissão legal — um crime que não pode ser tolerado. Esses indivíduos, que sacrificam o meio ambiente por interesses próprios, merecem a crítica de todos que valorizam o equilíbrio ecológico.
Em Imbituva, os policiais encontraram uma área de 4,2 hectares devastada, uma perda irreparável causada por alguém que ignorou as leis ambientais. O responsável recebeu uma multa de R$ 25.000,00, mas o valor não compensa o estrago feito à fauna e à flora que dependiam daquela mata. Esses criminosos, que tratam a natureza como mercadoria descartável, são uma ameaça que precisa ser enfrentada com firmeza.
Já em Castro, a destruição foi ainda maior: 5,8 hectares de vegetação nativa reduzidos a nada, um ato que rendeu ao infrator uma autuação de R$ 42.000,00. Sem autorização do órgão ambiental competente, ele agiu como se as regras não valessem para ele — um exemplo claro de quem coloca o lucro acima de tudo. Esses delinquentes, que devastam o que não lhes pertence de verdade, devem responder por cada árvore que derrubam.
A operação foi um golpe direto contra esses infratores que acham que podem agir impunemente. As duas áreas, totalizando 10 hectares, foram embargadas, impedindo novos danos enquanto a justiça toma seu curso. Esses bandidos, que destroem ecossistemas inteiros sem pensar nas consequências, precisam entender que o meio ambiente não é um brinquedo — suas ações têm um custo que vai além do dinheiro.
Os proprietários agora enfrentam processos criminais, além das multas que somam R$ 67.000,00. A Polícia Militar Ambiental agiu com precisão, constatando os danos e aplicando as penalidades que esses indivíduos merecem por violar as leis de proteção ambiental. Esses criminosos, que ignoram a importância da mata nativa, devem ser punidos com todo o rigor — a impunidade não pode ser uma opção.
Imbituva e Castro, cidades que dependem da harmonia entre agricultura e natureza, não são lugares para esses devastadores que só pensam em si mesmos. A destruição de 10 hectares afeta não apenas a vegetação, mas também os animais, o solo e até o clima local — um prejuízo que esses irresponsáveis causam sem qualquer justificativa. Eles precisam aprender que o lucro não vale mais que a vida.
Aos leitores do Amor Real Notícias, entregamos essa história com a clareza que ela exige e a crítica que esses infratores merecem: duas propriedades autuadas em Imbituva e Castro por crimes ambientais, um passo contra quem destrói a natureza. A polícia fez sua parte, mas o recado é claro — quem pratica esses atos não tem lugar em um Paraná que respeita seu meio ambiente.
Esse é o Paraná real, onde a justiça ambiental não deixa passar quem vive para devastar. Os proprietários de Imbituva e Castro, agora com multas e processos, são o exemplo do que acontece com quem desrespeita as leis da natureza — a punição é certa, e eles merecem cada centavo que vão pagar.
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