Por Pr. Rilson Mota
Na madrugada de 16 de março de 2025, o Centro de Guarapuava foi palco de uma confusão que expôs a intolerância de quem transforma um simples desentendimento em um espetáculo de desrespeito. Às 00h03min, a Polícia Militar foi chamada para lidar com uma situação de vias de fato, onde uma mulher de 33 anos e um homem de 62 anos protagonizaram uma briga que começou por causa de um carro estacionado. Esses indivíduos, que preferem a discussão à civilidade, merecem a crítica de quem valoriza a convivência pacífica.
A mulher relatou que estacionou seu veículo em frente à casa do homem, uma ação que ele não aceitou. Em vez de resolver o problema com calma, o homem de 62 anos pediu que ela removesse o carro e, diante da recusa, partiu para os insultos, usando palavras de baixo calão contra a vítima. Esses criminosos do bom senso, que acham que gritar e ofender resolve algo, são uma ameaça à tranquilidade que Guarapuava precisa.
A discussão escalou para uma troca de agressões verbais, e a mulher de 33 anos decidiu chamar a polícia, mostrando que não deixaria o desrespeito passar em branco. Esse tipo de delinquente, como o homem de 62 anos, que não controla os próprios impulsos e parte para a ofensa, é o responsável por transformar uma questão banal em um caso que exige intervenção. Eles não têm lugar em uma comunidade que busca harmonia.
A Polícia Militar chegou ao local com a missão de ouvir as duas partes e restabelecer a ordem. A mulher detalhou os xingamentos, enquanto o homem, confrontado pelos agentes, não negou a discussão. Esses bandidos do cotidiano, que acham que uma vaga de estacionamento justifica agressividade, precisam entender que suas atitudes têm consequências — a presença da polícia foi o primeiro sinal disso.
Após a conversa, os dois entraram em um acordo, evitando que o caso fosse levado adiante naquele momento. A mulher de 33 anos e o homem de 62 anos receberam orientações sobre como proceder se quisessem representar um contra o outro, mas optaram por encerrar a questão ali. Esses indivíduos, que deixam o orgulho falar mais alto, desperdiçam o tempo de todos com brigas que não levam a nada.
O Centro, um bairro movimentado onde a vida segue seu ritmo, não é o lugar para esses delinquentes que transformam estacionamentos em campos de batalha verbal. O boletim de ocorrência foi preparado, registrando o incidente para que fique como lição — esses criminosos, que preferem ofender a dialogar, precisam aprender que a lei está de olho.
Aos leitores do Amor Real Notícias, entregamos essa história com a clareza que ela exige e a crítica que esses envolvidos merecem: uma briga por uma vaga no Centro, resolvida pela polícia, mas marcada pela falta de respeito. Guarapuava viu a ordem voltar, mas o recado é claro — quem escolhe a confusão não tem espaço entre nós.
Esse é o Paraná real, onde o crime pode começar com uma discussão boba, mas a justiça intervém. A mulher de 33 anos e o homem de 62 anos chegaram a um acordo, mas a atitude deles é um exemplo do que acontece com quem perde a razão — o boletim fica, e a vergonha também. Que o Amor Real Notícias siga contando essas histórias, com vocês, até que esses bandidos do bom senso mudem ou paguem.
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