Segundo consórcio gestor do local, contratação de profissionais após abertura de PSS deve resolver situação. Problemas de divisão dos custos atrasaram entrega.
Centro de especialidades que custou R$ 13 milhões não funciona.
Três anos após ser entregue pelo Governo do Paraná e ter custado R$ 13 milhões, um Centro de Especialidades permanece fechado e sem uso em Guarapuava. Agora, a abertura de um Processo Seletivo Simplificado (PSS) pode fazer com que o local passe a funcionar.
Com 30 consultórios médicos, o centro precisou passar por uma rediscussão da divisão dos custos. Vinte cidades formaram um novo consórcio intermunicipal para fazer a gestão.
Durante todo o processo, os prazos para começo das atividades foram adiados algumas vezes.
Agora, de acordo com a diretoria do Consórcio Intergestores da 5ª Região de Saúde, o atendimento médico à população será feito assim que a estrutura contar com pessoal preparado e profissionais capacitados.
No Centro de Especialidades, serão atendidas as áreas de cardiologia, endocrinologia e neurologia, apoio e exames específicos para fisioterapia, nutrição, ultrassonografia, ecografia, mamografia, radiologia simples, atendimento em saúde da gestante e atendimento a doenças crônicas.
A expectativa do consórcio é que o funcionamento comece em maio deste ano.
Ainda conforme a gestão, uma equipe interna trabalha desde janeiro para organizar as atividades do centro.
PSS
As inscrições para o PSS abriram nesta quarta-feira (16), com a oferta de mais de 80 vagas para abertura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na região e do Centro de Especialidades em Guarapuava.
Conforme edital, são 30 vagas para o centro e as demais para o Samu, além de cadastro reserva. Os salários variam de R$ 1.500 até R$ 11 mil.
Os interessados têm até 30 de março para se inscrever, pela internet. As funções disponíveis são:
- Médico;
- Advogado;
- Contador;
- Farmacêutico;
- Enfermeiro;
- Técnico de enfermagem;
- Agente administrativo;
- Motorista;
- Médico 24 horas (Samu);
- Médico 12 horas (Samu);
- Enfermeiro (Samu);
- Técnico em enfermagem (Samu);
- Técnico auxiliar de regulação médica (Samu);
- Rádio operador e condutor socorrista (Samu).
Os contratos têm vigência de um ano de vigência.
Fonte: RPC



