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“Fantasminha levou susto… e tomou cinco”: Cotia reage, vira show e São Paulo avança na Copinha

Rilson Mota por Rilson Mota
16 de janeiro de 2026
em Esportes, Futebol
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“Fantasminha levou susto… e tomou cinco”: Cotia reage, vira show e São Paulo avança na Copinha

Crédito: Miguel Schincariol/São Paulo FC

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Sorocaba, 15 de janeiro de 2026

O São Paulo goleou o Operário-PR por 5 a 1, de virada, na noite desta quinta-feira, no estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba, e garantiu vaga nas oitavas de final da Copinha. Atual campeão do torneio, o Tricolor sofreu um golpe no primeiro tempo, mas respondeu com intensidade e ajuste coletivo, transformando o susto em domínio. O destaque foi o atacante Gustavo Santana, autor de três gols, decisivo na construção do placar.

A partida começou com o São Paulo mais presente com bola, buscando amplitude e circulação para entrar no terço final, mas exposto a contra-ataques. O Operário-PR explorou transições e, em uma delas, abriu o placar aos 22 minutos, castigando a recomposição tricolor. O gol adversário aumentou o volume ofensivo do time de Allan Barcellos, que passou a atacar com mais gente na área e acelerar a última ação, mesmo com riscos.

A resposta veio em sequência e com leitura de segunda bola. Aos 37, após finalização e rebote do goleiro, Renan apareceu livre para chutar cruzado e empatar. Um minuto depois, o time virou: Tetê fez jogada pela ponta e cruzou na medida para Gustavo Santana desviar e colocar o São Paulo em vantagem. O intervalo chegou com a virada consolidada e com a sensação de que o Tricolor havia encontrado o gatilho: atacar rápido, mas sem perder compactação.

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No segundo tempo, o São Paulo voltou com postura de controle e execução mais limpa no campo ofensivo. Logo aos cinco minutos, Matheus Menezes aproveitou novo rebote do goleiro e ampliou. A partir daí, o time administrou com intensidade, pressionando a saída em momentos pontuais e evitando perdas no corredor central. A vantagem permitiu mais tranquilidade na tomada de decisão e maior ocupação de área, criando cenário favorável para bolas cruzadas e infiltrações.

O quarto gol surgiu aos 30 minutos, em jogada de corredor: Lucyan chegou pela direita e cruzou para Gustavo Santana marcar de cabeça, ampliando com autoridade. O São Paulo foi eficiente no que mais pesa em mata-mata: transformar superioridade territorial em conversão. No fim, aos 38, Guilherme Reis cruzou e Gustavo Santana desviou para fazer o terceiro dele, fechando a goleada com assinatura de atacante: presença, tempo de bola e agressividade na zona de definição.

Do ponto de vista técnico, o jogo foi um resumo de maturidade competitiva de base: susto inicial, ajuste de comportamento e resposta mental. O Tricolor entendeu que precisava reduzir o espaço para transição do adversário e, ao mesmo tempo, aumentar velocidade nas pontas para criar superioridade em cruzamentos. O resultado não foi só volume; foi também eficácia e aproveitamento de rebotes, um detalhe que frequentemente decide jogos de Copinha.

Com o resultado, o São Paulo enfrentará o Red Bull Bragantino nas oitavas de final, com data e local a serem definidos. O duelo tende a exigir ainda mais controle de transição e intensidade sem bola, porque o Bragantino costuma pressionar e acelerar o jogo. Para o Tricolor, a goleada dá moral, mas também oferece material para correção: o gol sofrido mostrou que, mesmo dominando a posse, a equipe não pode perder equilíbrio estrutural.

O time escalado por Allan Barcellos teve João Pedro; Lucyan, Isac, Osorio e Felipe; Matheus Ferreira, Renan e Djhordney; Tetê, Matheus Menezes e Gustavo Santana. Ao longo da partida, as alterações mantiveram o padrão de ocupação ofensiva e sustentaram a intensidade. Em Copinha, esse detalhe é decisivo: elenco e rotação podem sustentar pressão e aproveitar a queda física do adversário. Em Sorocaba, o Tricolor mostrou que o campeão ainda tem fôlego.


Comentário exclusivo

Mais uma vez, os meninos de Cotia ensinaram uma lição simples e rara: resiliência não é discurso, é comportamento após o primeiro golpe. O Operário-PR deu um susto e mostrou que, em mata-mata, qualquer transição mal defendida vira problema. Só que a reação do São Paulo foi de time grande: não entrou em pânico, aumentou presença na área e ganhou o jogo na insistência e na segunda bola, que é onde Copinha costuma se decidir.

A virada ainda no primeiro tempo é o ponto psicológico. Empatar e virar em dois minutos muda a energia do campo e desmonta o plano do adversário. E aqui entra um mérito coletivo: as jogadas não foram “milagre”; foram mecanismos simples bem executados — ponta, cruzamento, área ocupada, rebote atacado. Isso é base bem treinada: saber onde estar quando a bola sobra. Time que ataca rebote costuma ganhar campeonato, porque transforma defesa adversária em erro.

Gustavo Santana foi o rosto do placar, mas o jogo não foi só dele. A estrutura permitiu que ele estivesse na zona certa repetidas vezes. Três gols mostram faro, mas também mostram serviço: cruzamentos com qualidade, corredores ativados e gente chegando por trás. Quando o São Paulo ampliou cedo no segundo tempo, matou o “fantasminha” de susto e tirou o adversário do jogo. A goleada, nesse sentido, foi consequência de controle emocional e de execução.

Agora vem o teste mais sério: Bragantino nas oitavas. É outro nível de intensidade e de leitura de transição. Se o São Paulo repetir o descuido que levou ao 0 a 1, pode sofrer mais. A Copinha pune desatenção com crueldade. A boa notícia é que o time mostrou capacidade de ajuste durante o jogo, algo raro em categorias de base. Isso indica comissão atenta e jogadores com maturidade acima da média.

“Parece que o campeão está voltando” é uma sensação legítima, mas o campeonato não se ganha com sensação: se ganha com repetição de padrão. Se Cotia mantiver essa combinação de coragem com organização, dá para sonhar. Se oscilar emocionalmente, a Copinha cobra rápido. A goleada foi sonora e bonita, mas o recado mais importante é outro: o São Paulo venceu porque, depois do susto, decidiu jogar como campeão — e isso precisa virar hábito nos próximos jogos.

Por Pr. Rilson Mota

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