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“O Rio que Sangra: Violência no Complexo da Penha Expõe a Rotina de Terror dos Cariocas”

Rilson Mota por Rilson Mota
3 de dezembro de 2024
em Brasil, Pastor Rilson Mota
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“O Rio que Sangra: Violência no Complexo da Penha Expõe a Rotina de Terror dos Cariocas”

Créditos Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia

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Por Pr. Rilson Mota

Rio de Janeiro – A manhã desta terça-feira (3) amanheceu sob o som ensurdecedor de tiros no Complexo da Penha, Zona Norte da cidade. A Operação Torniquete, conduzida por 900 agentes das polícias Civil e Militar, levou pânico a milhares de moradores da região. O alvo são traficantes envolvidos em roubos de veículos e cargas, mas os efeitos colaterais recaem sobre a população, que vive refém de uma violência que se tornou parte do cotidiano. O saldo do confronto até agora é de quatro pessoas feridas, uma delas em estado grave.

A troca de tiros trouxe à tona mais uma vez a fragilidade da segurança pública no Rio. Barricadas em chamas, helicópteros sobrevoando o perímetro e blindados nas ruas são as imagens que marcaram o início do dia para os trabalhadores e estudantes que tentavam se deslocar. Escolas, unidades de saúde, linhas de ônibus e o BRT tiveram o funcionamento impactado, deixando centenas de pessoas desamparadas. Nas redes sociais, moradores relataram o terror vivido, enquanto vídeos mostram disparos incessantes e a fumaça das barricadas incendiadas por criminosos.

Violência Epidêmica: Um Dia “Normal” no Rio

A rotina do carioca já se confunde com a violência. Nas comunidades, cada deslocamento é um desafio: escolas cancelam aulas, postos de saúde fecham as portas, e trabalhadores se arriscam em meio ao fogo cruzado para chegar aos seus empregos. “Eu só queria ir trabalhar, mas quando saí de casa já tinha helicóptero voando baixo e muito tiro”, disse uma moradora da Penha, que pediu para não ser identificada.

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Enquanto isso, as autoridades destacam o número de policiais envolvidos na operação e os resultados contra o crime organizado, mas o preço pago pela população parece cada vez mais alto. “Quantas vidas serão perdidas antes de o Estado tomar decisões que realmente façam a diferença para o trabalhador?”, questiona um especialista em segurança pública.

O Estado Ausente e a Sociedade Refém

O Rio de Janeiro vive uma crise de segurança que não se limita a operações pontuais como a desta terça-feira. A presença do Estado parece se restringir a ações bélicas, enquanto o cotidiano dos cariocas é tomado pelo medo. Nas comunidades, há uma desconfiança mútua entre moradores e agentes de segurança. O professor de Sociologia, Carlos Mendes, analisa que “a violência no Rio não é apenas um reflexo do tráfico de drogas, mas de décadas de abandono, desigualdade e ausência de políticas públicas que ofereçam oportunidades reais para a juventude”.

A pergunta que ecoa entre os cariocas é: até quando? A cada operação, os trabalhadores honestos, estudantes e famílias inteiras são os que mais sofrem, acuados em um conflito que parece não ter fim. Enquanto o Estado insiste em ações de curto prazo, as soluções estruturais para combater a violência continuam sendo adiadas.

Pelo Fim da Indiferença

O Rio de Janeiro clama por mudanças. A vida do carioca não pode mais ser pautada pelo medo, pela incerteza de sair de casa e não voltar. É urgente que o poder público vá além das operações cinematográficas e invista em educação, saúde, emprego e, principalmente, dignidade para as comunidades. A segurança não pode ser um privilégio, mas um direito básico. E o trabalhador, que enfrenta a violência todos os dias, precisa ser ouvido, respeitado e protegido. Afinal, até quando o Rio de Janeiro será conhecido como a cidade que sangra?

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