Amor Real Notícias |
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
21 de janeiro de 2026
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Amor Real Notícias |
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Home Brasil

Refugiados consideram brasileiros acolhedores, mas sofrem discriminação, diz pesquisa

Amor Real Notícias por Amor Real Notícias
24 de março de 2022
em Brasil
0
Refugiados consideram brasileiros acolhedores, mas sofrem discriminação, diz pesquisa
0
SHARES
46
VIEWS
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp

Refugiados que vivem no país consideram os brasileiros solidários e acolhedores, mas muitos relatam ter sofrido discriminação por sua nacionalidade ou sua raça, especialmente os que vêm de países da África, mostra uma pesquisa que avaliou a percepção e as dificuldades vividas por esses imigrantes.

O levantamento, realizado pela ONG Estou Refugiado com o Instituto Qualibest entre janeiro e setembro de 2021, entrevistou 503 refugiados ou solicitantes de refúgio.

A amostra não é representativa dessa população, mas tem um perfil semelhante ao da média desses imigrantes, com a maioria tendo vindo da Venezuela (61%) e morando em Boa Vista (39% do total) ou São Paulo (34%). Os demais são angolanos, congoleses, sírios e de países como Colômbia e Cuba, e o tempo em que estão no Brasil varia de seis meses a sete anos.

NóticiasRelacionadas

“O mestre do Master: Fachin corre para apagar o incêndio de Toffoli”

O bilhão da discórdia: Lula no divã entre o boné de Trump e o lenço de Gaza

Questionados sobre pontos positivos e negativos dos brasileiros, a maioria disse que os consideram solidários (62%) e acolhedores (59%). Mais de 40% afirmaram não ver pontos negativos, mas, entre os demais, os defeitos mais associados com os brasileiros foi o de serem relapsos (23%), briguentos (19%) e preconceituosos (18%).

No geral, 47% disseram ter sofrido algum tipo de discriminação no país, especialmente relacionada à nacionalidade e à raça. Entre os refugiados africanos o percentual é bem maior: 64%.

Os dois maiores fatores apontados como motivadores para migrar foram a crise econômica – especialmente no caso dos venezuelanos – e perseguição política ou guerras.

Eles dizem ter escolhido o Brasil como destino principalmente por terem parentes ou amigos no país e pela ideia de que seria mais fácil encontrar trabalho (23%), algo que nem sempre se confirma na prática: metade dos entrevistados considera difícil ou muito difícil encontrar trabalho no Brasil, e esse foi o principal fator mencionado por eles entre os maiores problemas que enfrentam.

Além da falta de vagas disponíveis, eles citaram como entraves para a colocação no mercado de trabalho o fato de não conhecerem ninguém (35%), problemas com o idioma (33%) ou para revalidar seus diplomas (28%), além da discriminação contra imigrantes por parte dos empregadores (25%).

Metade dos entrevistados têm curso superior completo ou incompleto, 7% têm pós-graduação e 29%, o ensino médio, o que confirma estudos anteriores que mostram os refugiados como mais escolarizados que a média nacional.

Muitos refugiados (48%) disseram que aprenderam português sozinhos, no dia a dia – mais de 70% disseram ter um relacionamento próximo com brasileiros. Os que fizeram curso do idioma estudaram, em média, sete meses.

Só 30% deles não tiveram nenhuma ajuda ao chegar ao Brasil. Entre os demais, a maioria foi atendido por ONGs, igrejas ou mesquitas. O sentimento predominante na chegada foi a saudade da família (49%), seguido por alívio (33%), alegria (30%) e medo (29%).

Mais de 75% dos entrevistados disseram que seu maior desejo é dar uma vida melhor aos filhos e 30% não querem voltar ao país de origem nem temporariamente.

Fonte Paraná Portal

Tag: Refugiados

Relacionado Postagens

“O mestre do Master: Fachin corre para apagar o incêndio de Toffoli”
Brasil

“O mestre do Master: Fachin corre para apagar o incêndio de Toffoli”

por Rilson Mota
20 de janeiro de 2026
Lula sobe o tom no NYT sobre Venezuela e EUA, e reacende debate: diplomacia de princípios ou custo interno crescente?
Brasil

O bilhão da discórdia: Lula no divã entre o boné de Trump e o lenço de Gaza

por Rilson Mota
20 de janeiro de 2026
Haddad mira os juros e cutuca a Selic: “a dívida cresce pelo custo do dinheiro, não pelo déficit”
Brasil

Haddad mira os juros e cutuca a Selic: “a dívida cresce pelo custo do dinheiro, não pelo déficit”

por Rilson Mota
19 de janeiro de 2026
Quase 90 facções no mapa e a eleição no horizonte: crime organizado vira teste decisivo para o governo
Brasil

Quase 90 facções no mapa e a eleição no horizonte: crime organizado vira teste decisivo para o governo

por Rilson Mota
19 de janeiro de 2026
Indústria sem fôlego: pesquisa aponta que 8 em 10 empresas tiveram dificuldade para conseguir crédito
Brasil

Indústria sem fôlego: pesquisa aponta que 8 em 10 empresas tiveram dificuldade para conseguir crédito

por Rilson Mota
19 de janeiro de 2026
Lula sobe o tom no NYT sobre Venezuela e EUA, e reacende debate: diplomacia de princípios ou custo interno crescente?
Brasil

Lula sobe o tom no NYT sobre Venezuela e EUA, e reacende debate: diplomacia de princípios ou custo interno crescente?

por Rilson Mota
19 de janeiro de 2026
Amor Real Notícias |

© 2024 Amor Real Notícias - Todos os direitos reservados.

Veja mais

  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Tecnologia

Nós siga nas redes sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Tecnologia

© 2024 Amor Real Notícias - Todos os direitos reservados.

Amor Real Notícias utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies .