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Correios no “Sedex 10” para o Abismo: Greve, Racha e a Conta que Sobra para Você!

Rilson Mota por Rilson Mota
25 de dezembro de 2025
em Brasil
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Correios no “Sedex 10” para o Abismo: Greve, Racha e a Conta que Sobra para Você!

Membros do SINTECT-SP cruzam os braços em resposta direta à falta de avanço nas negociações para melhorias trabalhistas nos Correios. - (crédito: Foto: Divulgação/SINTECT-SP)

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São Paulo, 25 de dezembro de 2025

A mobilização dos trabalhadores dos Correios atingiu um novo patamar crítico após a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect) orientar a rejeição da proposta da estatal. O secretário-geral, Emerson Marinho, utilizou as redes sociais para denunciar a intransigência da diretoria, convocando participação massiva nas assembleias. A decisão de deflagrar a greve nacional reflete o descontentamento profundo da categoria com os rumos das negociações e a falta de valorização.

Durante mais de cinco meses, a federação buscou estabelecer um diálogo produtivo focado na preservação de direitos históricos e na recomposição salarial necessária. No entanto, a Fentect sustenta que as propostas apresentadas pela empresa representam uma retirada inaceitável de conquistas e são insuficientes diante das demandas inflacionárias. A necessidade de pressionar o governo federal tornou-se o eixo central para garantir a valorização mínima dos profissionais que operam a logística nacional hoje.

Emerson Marinho foi enfático ao afirmar que a empresa continua irredutível, apresentando termos que retiram direitos consolidados. A orientação do Comando Nacional de Negociação é que os trabalhadores digam um sonoro não à proposta mediada pelo ministro Caputo Bastos, do Tribunal Superior do Trabalho. Com a rejeição, o processo caminha inevitavelmente para o dissídio coletivo, onde a justiça decidirá o destino dos salários e benefícios da categoria postal brasileira agora.

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O cenário sindical apresenta um racha evidente que complica a mobilização nacional. Segundo apurações, dezoito sindicatos rejeitaram os termos propostos, enquanto outros dezesseis votaram pela aceitação do acordo. Essa divisão interna enfraquece o poder de barganha da categoria, mas não impediu que a maioria decidisse pela paralisação. O impasse demonstra a complexidade de equilibrar as expectativas dos trabalhadores com a realidade financeira delicada que a estatal atravessa neste momento difícil.

Em comunicado interno, a direção dos Correios avaliou que o resultado das assembleias altera drasticamente o rumo do processo negocial. A empresa declarou encerrada a etapa de negociação direta, passando a atuar agora exclusivamente no âmbito legal. O objetivo institucional é assegurar a continuidade dos serviços essenciais, cumprindo os trâmites previstos no ordenamento jurídico brasileiro. A estatal reforça que agiu com responsabilidade e transparência durante todo o período de conversas.

Antes mesmo do fechamento das votações, a diretora de Gestão de Pessoas, Natália Mota, fez um apelo dramático aos empregados. Em vídeo, ela destacou que a situação financeira da empresa é amplamente conhecida e extremamente frágil. Uma paralisação prolongada traz riscos concretos para a operação logística e para a capacidade de recuperação econômica da estatal. Segundo ela, a proposta apresentada refletia o limite máximo de gastos suportável pela empresa atualmente.

Um dos pontos mais polêmicos da proposta construída no TST prevê o fim do ponto por exceção para os carteiros. Esse modelo, que a empresa pretende extinguir em agosto de dois mil e vinte seis, garante o pagamento de horas extras sem compensação obrigatória. A direção sustenta que essa regra compromete severamente a produtividade nacional, dificultando o monitoramento pleno das rotinas de entrega. Os sindicatos veem a mudança como perda salarial direta.

A estatal argumenta que a modernização das rotinas de trabalho é indispensável para a sobrevivência da instituição no mercado competitivo. A manutenção de privilégios operacionais, na visão da empresa, impede que os Correios alcancem a eficiência necessária para competir com gigantes privadas. No entanto, os trabalhadores alegam que a carga de trabalho é exaustiva e que as horas extras são fundamentais para complementar a renda familiar mensal de milhares de servidores.

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo, que detém a maior base do país, confirmou a manutenção da greve. A expressiva participação dos paulistas demonstra uma organização sólida e disposição para enfrentar a diretoria da empresa. Para o Sintect-SP, a proposta atual é injusta e não reflete o esforço diário dos profissionais. A unidade demonstrada em São Paulo serve como combustível para o movimento em outros estados brasileiros.

Uma nova assembleia decisiva foi convocada para o dia sete de janeiro de dois mil e vinte seis, na Unidos do Peruche. Nesse encontro, a categoria voltará a avaliar os rumos da paralisação e a possibilidade de novas negociações judiciais. O clima é de tensão, pois a greve em São Paulo impacta diretamente o fluxo postal de todo o Brasil. Os trabalhadores esperam que a pressão resulte em termos mais favoráveis.

A greve ganha força em um momento estratégico, afetando as entregas de início de ano e gerando prejuízos para o comércio eletrônico. O pagador de impostos assiste ao braço de ferro entre sindicatos e governo, sofrendo com atrasos e serviços caros. A ineficiência operacional acumulada ao longo de décadas de má gestão política cobra seu preço agora, deixando o cidadão comum refém de uma estrutura estatal obsoleta e ineficiente.

O questionamento sobre o futuro dos Correios torna-se inevitável diante de crises recorrentes e prejuízos bilionários acumulados. A esperança de valorização sob o governo atual transformou-se em frustração para muitos servidores que veem seus benefícios minguarem. A falta de investimentos em tecnologia e a manutenção de um modelo administrativo arcaico impedem que a empresa se recupere. O racha sindical apenas evidencia a gravidade da situação interna da estatal brasileira.

Enquanto a disputa segue para os tribunais, a qualidade do serviço postal brasileiro continua em declínio acentuado. O monopólio, que outrora garantia estabilidade, hoje parece ser o maior obstáculo para a inovação necessária. A dependência de decisões políticas e a influência de indicações partidárias transformaram a empresa em um verdadeiro cabide de empregos. A corrupção do passado ainda drena recursos que deveriam ser aplicados na modernização logística nacional.

O desfecho desta greve será um marco para a gestão das estatais no Brasil. Se o dissídio coletivo não trouxer uma solução equilibrada, a empresa poderá enfrentar um colapso operacional sem precedentes. A categoria exige respeito e valorização, enquanto a sociedade demanda eficiência e preços justos. O equilíbrio entre essas forças parece cada vez mais distante, sugerindo que os Correios podem estar próximos de um fim de ciclo melancólico.


Análise Técnica e Comentário Crítico:

É estarrecedor observar como uma empresa que detinha o monopólio absoluto das entregas no Brasil chegou a este estado deplorável. Os Correios transformaram-se em um verdadeiro cabide de empregos, servindo como puxadinho para interesses políticos escusos ao longo de décadas. A má gestão crônica e os escândalos de corrupção drenaram a vitalidade de uma instituição que deveria ser orgulho nacional, mas hoje entrega serviços caros e de péssima qualidade.

Enquanto a estatal se afoga em burocracia e disputas sindicais, empresas privadas como Mercado Livre, Amazon e Loggi crescem exponencialmente. Pautadas pela livre concorrência e eficiência tecnológica, essas gigantes mostram que é possível oferecer logística rápida e barata. Gigantes internacionais como DHL e FedEx também ocupam espaços que os Correios abandonaram por pura incompetência administrativa. A concorrência não perdoa a lentidão e o descaso com o consumidor final brasileiro.

O pagador de impostos brasileiro é quem, em última instância, financia os prejuízos bilionários gerados por essa estrutura ineficiente. É inaceitável que recursos públicos sejam desviados para cobrir rombos causados por má administração e aparelhamento partidário. A conta do desperdício recai sobre o empresário sufocado e o trabalhador que paga impostos abusivos. O sistema atual protege a incompetência estatal enquanto pune quem realmente produz e gera riqueza no país.

A vitória do presidente Lula, que trouxe esperança de dias melhores para os servidores, revelou-se um verdadeiro pesadelo salarial. A categoria enfrenta perdas reais de benefícios e uma estagnação que corrói o poder de compra dos carteiros. A promessa de reconstrução parece ter ficado apenas no discurso eleitoral, enquanto na prática a gestão atual impõe sacrifícios severos. O racha sindical é o reflexo direto dessa desilusão profunda com o governo.

O questionamento que ecoa em todos os cantos do Brasil é se os Correios finalmente chegaram ao fundo do poço. Uma empresa que não consegue se sustentar e depende de aportes constantes do Tesouro Nacional perde sua razão de existir. A resistência à modernização e o apego a privilégios sindicais obsoletos impedem qualquer tentativa de recuperação séria. Sem uma reforma radical e despolitização total, o destino da estatal será a irrelevância completa.

Precisamos encarar a realidade: programas e empresas estatais não podem ser perpétuos se não entregam valor à sociedade. A conta não fecha quando milhões são desperdiçados em estruturas ineficientes enquanto o cidadão sofre com serviços precários. A valorização do trabalhador deve vir através da meritocracia e da eficiência, não de greves que paralisam o país. O Brasil merece uma logística moderna, competitiva e livre das amarras da corrupção política.

Reportagem baseada em informações de Wal Lima, jornalista do JORNAL CORREIO BRASILIENSE.

Por Pr. Rilson Mota

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