Guarapuava, 22 de janeiro de 2026
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a suspensão temporária da emissão de novos vistos de imigração a partir desta quarta-feira (21), afetando cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil. A medida visa revisar políticas migratórias para garantir que imigrantes não se tornem ônus financeiro para o governo norte-americano. O presidente Donald Trump justificou a decisão enfatizando a necessidade de autossuficiência econômica dos recém-chegados, evitando sobrecarga nos programas de assistência social.
A lista de países classificados como de “alto risco” inclui nações de diversos continentes, como Afeganistão, Albânia, Argélia, Azerbaijão, Bangladesh, Belarus, Brasil, Camboja, Colômbia, Cuba, Egito, Haiti, Irã, Iraque, Jordânia, Líbano, Líbia, Mianmar, Nicarágua, Nigéria, Paquistão, Rússia, Síria, Somália, Sudão, Tunísia e Uzbequistão. Essa classificação baseia-se em critérios econômicos e de utilização de benefícios sociais, segundo o Departamento de Estado.
A suspensão não impacta vistos de turismo, trabalho temporário ou outros tipos de não-imigrantes, que continuam sendo emitidos normalmente. Cidadãos com dupla nacionalidade, apresentando passaporte de país não listado, também estão isentos. Vistos de imigração já emitidos permanecem válidos, sujeitos apenas à admissão final pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA.
O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), ainda não se pronunciou oficialmente sobre a medida. Fontes diplomáticas indicam que o Itamaraty está analisando os impactos para cidadãos brasileiros e possíveis negociações bilaterais. A suspensão pode afetar famílias que planejam reunificação ou migração permanente, gerando incertezas em processos administrativos em andamento.
Procedimentos administrativos como envio de pedidos e agendamento de entrevistas continuam disponíveis, mas nenhum visto de imigração será efetivamente emitido enquanto a diretriz estiver em vigor. Solicitantes brasileiros devem acompanhar atualizações no site da Embaixada dos EUA no Brasil. A medida é temporária e sujeita a revisões baseadas na avaliação das políticas migratórias.
Especialistas em direito internacional apontam que a decisão reflete uma abordagem mais restritiva à imigração, alinhada à agenda de Trump de priorizar imigrantes economicamente independentes. Países como Brasil, com economia emergente, podem sofrer com a percepção de risco financeiro associado aos cidadãos, impactando fluxos migratórios e relações diplomáticas.
A inclusão do Brasil na lista surpreendeu setores da diplomacia, já que o país não é tradicionalmente associado a altos índices de dependência social nos EUA. Críticos sugerem que fatores geopolíticos, como alianças ideológicas, podem ter influenciado a classificação. O governo Lula enfrenta agora o desafio de reverter essa imagem sem comprometer princípios externos.
A suspensão ocorre em um momento sensível, com a Copa do Mundo de 2026 nos EUA, Canadá e México. Torcedores brasileiros podem ser afetados se a medida se estender, embora vistos de turismo estejam preservados. O impacto econômico para o turismo internacional é mínimo, mas gera preocupação em setores dependentes de mão de obra temporária.
O Departamento de Estado afirma que a revisão visa equilibrar imigração com sustentabilidade fiscal, evitando que novos residentes sobrecarreguem serviços públicos. No entanto, organizações de direitos humanos alertam para possíveis violações de tratados internacionais, argumentando que a medida discrimina países em desenvolvimento sem base empírica sólida.
Para brasileiros, a suspensão representa um obstáculo adicional em processos de imigração familiar ou profissional. Famílias divididas por fronteiras podem enfrentar atrasos indefinidos, enquanto estudantes e profissionais qualificados buscam alternativas temporárias. O MRE deve orientar cidadãos sobre direitos e possíveis recursos legais contra decisões discriminatórias.
Em resumo, a medida dos EUA sinaliza uma nova era de restrições migratórias, com o Brasil como um dos afetados. Enquanto a revisão prossegue, cidadãos devem priorizar vistos não-imigrantes e monitorar desenvolvimentos diplomáticos para mitigar impactos pessoais e econômicos.
Comentário exclusivo (pós-doutorado em segurança) — crítico, minucioso e analítico sobre política externa ideológica
A suspensão de vistos de imigração para o Brasil um reflexo direto da desastrosa política externa ideológica do governo Lula. Ao alinhar-se com nações violadoras de direitos humanos e com afinidades terroristas, o Brasil foi colocado no mesmo barco de países como Irã, Síria e Líbia, perdendo protagonismo mundial. Essa inclusão na lista de “alto risco” não é casual; é uma punição diplomática por escolhas que priorizam ideologia sobre pragmatismo.
O governo Lula conseguiu transformar o Brasil de protagonista em paria internacional, impedindo cidadãos de entrarem em um país que sediará a Copa do Mundo de 2026. Vale a pena governar com viés ideológico quando o resultado é caos para brasileiros? A aliança com regimes como Irã, que executam seu povo, elevou o risco-país em 10%, afetando economia e oportunidades. Essa política externa não protege cidadãos; ela os isola.
A suspensão destaca falhas na diplomacia brasileira, que ignora consequências práticas. Enquanto outros países negociam acordos econômicos, o Brasil paga o preço de alianças ideológicas. O próximo passo pode ser mais caos: restrições comerciais, isolamento em foros internacionais e perda de investimentos. O governo precisa repensar: menos ideologia, mais consciência para prosperidade nacional.
Impostos altos e alianças ruins criam um ciclo vicioso. Brasileiros pagam uma das maiores cargas tributárias do mundo, mas veem direitos limitados por decisões externas. A política externa deve servir ao povo, não a agendas ideológicas. Se continuar assim, o Brasil ficará ainda mais marginalizado, com cidadãos pagando o preço de escolhas irresponsáveis.
A inclusão na lista com países como Afeganistão e Somália é humilhante. O governo Lula deveria priorizar segurança e prosperidade, não retórica anti-ocidental. Essa medida é um alerta: ideologia não constrói pontes; ela queima-as. O Brasil precisa de uma diplomacia pragmática para recuperar espaço internacional e proteger cidadãos de sanções injustas.
Torcedores brasileiros podem ser afetados na Copa 2026, mas o dano maior é simbólico: o país perde credibilidade. Governos ideológicos como o atual esquecem que cidadãos comuns sofrem as consequências. É hora de uma mudança: política externa focada em interesses nacionais, não em palanques internacionais.
Em conclusão, a suspensão é fruto de erros diplomáticos. O governo Lula deve corrigir o rumo, abandonando alianças perigosas e buscando parcerias econômicas sólidas. Só assim o Brasil voltará a ser visto como aliado confiável, não como risco. Cidadãos merecem justiça, não caos ideológico.
Por Pr. Rilson Mota
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