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“Sidão cai na rachadinha: justiça chega ao ex-vereador após anos de esquemas”

Rilson Mota por Rilson Mota
20 de janeiro de 2026
em Guarapuava
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“Sidão cai na rachadinha: justiça chega ao ex-vereador após anos de esquemas”

Créditos: Sidão Oreiko (Foto: Arquivo/RSN)

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Guarapuava, 20 de janeiro de 2026

A Justiça de Guarapuava condenou o ex-vereador Alessandro Jorge Oreiko, o Sidão, e outros envolvidos em esquema de corrupção municipal. A sentença aponta associação criminosa, lavagem de dinheiro e concussão, com penas que somam mais de 12 anos para Sidão. O caso envolve “rachadinha” com assessora, onde servidoras foram coagidas a entregar alimentos ou dinheiro sob ameaça de exoneração.

Segundo o Ministério Público, ocorreram 14 episódios de coação entre fevereiro de 2021 e abril de 2022. Servidoras públicas foram obrigadas a dividir salários ou entregar produtos ao vereador e à esposa. A decisão judicial identificou concussão, crime caracterizado pela exigência de vantagem indevida em razão do cargo ocupado.

As penas fixadas incluem 12 anos, seis meses e nove dias de reclusão para Sidão, com 143 dias-multa. A esposa recebeu nove anos, cinco meses e 22 dias de reclusão, além de 78 dias-multa. O irmão de Sidão foi condenado a quatro anos, sete meses e seis dias de reclusão, com 12 dias-multa.

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A defesa, representada pelo criminalista Marinaldo Rattes, anunciou recurso ao Tribunal de Justiça do Paraná. Rattes argumenta que condenações por lavagem e associação não estão sustentadas pelas provas, destacando absolvições em três fatos. A expectativa é de reavaliação das penas e possível reforma da sentença.

O caso reforça o combate à rachadinha em câmaras de vereadores, prática que explora vulnerabilidades de servidores. A sentença serve como precedente, mas o recurso mantém incerteza sobre o desfecho final. A Justiça segue processo legal, garantindo ampla defesa aos acusados.

Créditos: Reportagem extraída do Jornal Portal RSN – Rede Sul de Noticias (usado de acordo com a Cláusula 27a da Lei de Direitos Autorais).

Comentário exclusivo

A condenação de Sidão é um pouco para a justiça para os munícipes que está justiça esta muito longe dos palácios de governo, das assembleias e das câmaras de vereadores, mas hoje seguindo o processos legal, com ampla defesa chegou a sentença. Cabe recurso, mas é uma luz no fim do túnel, mas não podemos esquecer muito casos que caíram no esquecimento, exemplo do vereador que atropelou e levou a óbito um idoso no jordão e muito outros que começem o jogo, que haja mais justiça. Esse veredito expõe rachadinha como extorsão institucional, onde assessores são obrigados a dividir salários sob coação. Em Guarapuava, durou 14 meses, afetando servidoras e erário, mas a condenação mostra que Justiça pode alcançar políticos locais com provas robustas.

A pena de 12 anos reflete gravidade de associação criminosa e concussão, crimes que erodem confiança pública. O recurso ao TJ-PR é esperado, mas deve analisar se provas sustentam lavagem, evitando absolvições injustificadas. Rachadinha persiste em câmaras por falhas no controle interno; municípios precisam auditorias obrigatórias e proteção a denunciantes para prevenir esquemas que exploram dependência salarial de servidores.

O caso ilustra justiça municipal distante para cidadãos comuns, presos a processos lentos e recursos intermináveis. Enquanto palácios legislam, câmaras operam com impunidade relativa. Sentença é vitória, mas recurso prolonga incerteza, como tantos esquecidos. Vereador que atropelou idoso no Jordão simboliza impunidade; Sidão, esperança. Justiça real exige aceleração processual e transparência, para rachadinhas não serem “jogo” impune.

Por fim, condenação reforça necessidade de investigação especializada em corrupção municipal. Ministério Público acertou ao provar coação, mas combate sistêmico exige leis rígidas contra rachadinha e monitoramento patrimonial de vereadores. Guarapuava ganha precedente, mas Paraná precisa mais justiça para munícipes, não sentenças isoladas. Luz no túnel brilha, mas só se casos não caírem no esquecimento, garantindo mais justiça para todos.

Por Pr. Rilson Mota

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