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Seis Países Condenam Ataque dos EUA à Venezuela: Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai Unificam Posição Contra Intervenção Militar!

Rilson Mota por Rilson Mota
4 de janeiro de 2026
em Brasil, Mundo, Política
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Delta Force Captura Nicolás Maduro: A Operação Secreta que Libertou a Venezuela da Ditadura!

Foto de arquivo de agentes especiais das Forças Armadas dos EUA. EFE/Valda Kalnina

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Brasília, 4 de janeiro de 2026

Em comunicado conjunto divulgado neste domingo, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai condenaram ataque militar orquestrado pelos Estados Unidos contra Venezuela. Os seis governos manifestaram profunda preocupação com ações militares conduzidas pelo presidente norte-americano Donald Trump em território venezuelano. O comunicado representa posicionamento unificado de países com orientações políticas diversas em questão de soberania e direito internacional. A declaração conjunta reafirma compromisso com princípios da Carta das Nações Unidas. A unidade regional transcende diferenças ideológicas em defesa de princípios fundamentais agora.

Na nota, os governos dos seis países citam gravidade das ações registradas na Venezuela e reafirmam adesão aos princípios previstos na Carta das Nações Unidas. O documento representa aspirações e conquistas da humanidade em direção à paz e estabilidade internacional. Os signatários expressam profunda preocupação e repúdio às ações militares realizadas unilateralmente em território venezuelano. As ações condenadas contrariam princípios fundamentais do direito internacional, em particular proibição do uso e ameaça de força. O respeito à soberania e integridade territorial é reafirmado como princípio inviolável agora.

O comunicado conjunto afirma que ações militares constituem precedente “extremamente perigoso” para paz e segurança regional. Os seis países avaliam que operação coloca em risco a população civil venezuelana. A preocupação com precedente é particularmente relevante para América Latina, região historicamente sujeita a intervenções externas. A declaração reconhece que ações unilaterais de potências globais estabelecem padrões perigosos para ordem internacional. A comunidade internacional deve rejeitar precedentes de intervenção militar sem autorização da ONU agora.

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Os signatários afirmam que situação na Venezuela deve ser resolvida exclusivamente por meios pacíficos. O diálogo, negociação e respeito à vontade do povo venezuelano são apresentados como únicos caminhos legítimos. A declaração rejeita interferência externa como solução para conflitos internos. O respeito ao direito internacional é apresentado como condição essencial para resolução de disputas. A comunidade internacional deve privilegiar mecanismos pacíficos em detrimento de intervenções militares agora.

O comunicado reafirma que somente processo político inclusivo, liderado pelos venezuelanos, pode conduzir a solução democrática e sustentável. A dignidade humana deve ser respeitada em qualquer processo de resolução de conflito. Os seis países reconhecem que soluções impostas externamente frequentemente fracassam em estabelecer paz duradoura. A participação genuína de atores venezuelanos é essencial para legitimidade de qualquer acordo. A comunidade internacional deve apoiar processos de diálogo genuíno agora.

O comunicado reafirma América Latina e Caribe como zona de paz construída sobre respeito mútuo. A solução pacífica de controvérsias é apresentada como princípio fundamental da região. A não intervenção é reafirmada como pilar da convivência regional. Os seis países fazem apelo à unidade regional que transcenda diferenças políticas diante de ameaças à estabilidade. A solidariedade regional é apresentada como resposta apropriada a ações que ameaçam paz agora.

Os países signatários fazem apelo à unidade regional que vá além das diferenças políticas. A declaração reconhece que existem diferenças ideológicas significativas entre os seis países. No entanto, questões de soberania e direito internacional transcendem divisões políticas internas. A capacidade de unificar posição em questões fundamentais demonstra maturidade política regional. A solidariedade regional é apresentada como resposta apropriada a ameaças externas agora.

Os países pedem ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que ajude a reduzir tensões. Os Estados-membros de mecanismos multilaterais relevantes também são instados a preservar paz na região. A apelação à ONU reconhece importância de instituições multilaterais em resolução de conflitos. A comunidade internacional deve mobilizar recursos diplomáticos para evitar escalação de tensões. O papel da ONU como árbitro neutro é reafirmado como essencial agora.

O comunicado manifesta preocupação com tentativas de controle governamental de recursos naturais ou estratégicos. A apropriação externa de recursos é condenada como incompatível com direito internacional. A Venezuela possui maiores reservas de petróleo comprovadas do planeta, tornando questão de recursos central. A preocupação com apropriação de recursos sugere que signatários reconhecem motivações geopolíticas subjacentes. A proteção de recursos naturais é apresentada como questão de soberania nacional agora.

No sábado, diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. O ataque militar foi orquestrado pelos Estados Unidos sob liderança de Donald Trump. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas. Os detidos foram levados para Nova York para enfrentar acusações federais. O ataque marca novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina agora.

O ataque marca novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que Estados Unidos invadiram país latino-americano foi em mil novecentos e oitenta e nove, no Panamá. Na ocasião, sequestram presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico. O padrão de intervenção militar em América Latina é preocupante para estabilidade regional. A repetição de padrão histórico levanta questões sobre respeito a soberania nacional agora.

Os Estados Unidos acusam Maduro de liderar suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles. No entanto, não apresentaram provas públicas das acusações. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam existência do cartel. A falta de evidências públicas levanta questões sobre fundamentação das acusações. A comunidade internacional deve exigir transparência sobre bases legais para operação militar agora.

O governo de Donald Trump oferecia recompensa de cinquenta milhões de dólares por informações sobre Maduro. A oferta de recompensa sugere que captura era objetivo prioritário da administração Trump. Os recursos financeiros mobilizados indicam importância estratégica da operação. A recompensa levanta questões sobre motivações reais da operação além das acusações formais. A comunidade internacional deve questionar se operação foi motivada por considerações geopolíticas agora.

Para críticos, ação é medida geopolítica para afastar Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos. A China e Rússia são mencionadas como adversários cujos interesses na Venezuela são ameaçados. A operação pode visar exercer maior controle sobre petróleo do país. A Venezuela é dona das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta. A questão de recursos naturais é central para compreender motivações reais da operação agora.


Comentário Crítico e Exclusivo – Hipocrisia Política dos Governos de Esquerda

A declaração conjunta dos seis países revela hipocrisia flagrante de governos de esquerda que condenam intervenção militar americana. Brasil (Lula), Chile (Boric), Colômbia (Petro), Espanha (Sánchez), México (Sheinbaum) e Uruguai mantêm silêncio sobre violações de direitos humanos em regimes aliados. Esses mesmos governos ignoraram atrocidades cometidas por Maduro durante décadas. A condenação seletiva de intervenções americanas enquanto ignoram crimes contra humanidade de regimes autoritários é exemplo clássico de relativismo moral. A credibilidade desses governos é questionável quando aplicam duplos padrões agora.

Comentário Crítico e Exclusivo – Defesa de Ditador Acusado de Crimes Graves

Os governos de esquerda que assinaram declaração efetivamente defendem Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo, tráfico de drogas e crimes contra humanidade. O Brasil de Lula, Chile de Boric, Colômbia de Petro, Espanha de Sánchez, México de Sheinbaum e Uruguai priorizam solidariedade ideológica sobre direitos humanos. A população venezuelana que sofreu sob ditadura de Maduro merecia apoio desses governos progressistas. Em vez disso, esses países condenam operação que capturou ditador acusado de crimes graves. A escolha de defender Maduro em detrimento de vítimas revela prioridades morais questionáveis agora.

Comentário Crítico e Exclusivo – Relativismo Moral e Duplos Padrões

Os governos de esquerda aplicam duplos padrões escancarados em questão de direitos humanos e soberania. Condenam intervenção americana contra ditador acusado de narcoterrorismo, mas ignoram violações sistemáticas de direitos humanos em Venezuela. Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai frequentemente criticam Estados Unidos por questões menores. No entanto, permanecem silenciosos sobre atrocidades cometidas por regimes ideologicamente alinhados. Esse relativismo moral é característica definidora de esquerda latino-americana que prioriza ideologia sobre princípios humanitários agora.

Comentário Crítico e Exclusivo – Solidariedade Ideológica Acima de Direitos Humanos

A declaração conjunta revela que governos de esquerda priorizam solidariedade ideológica sobre direitos humanos fundamentais. Lula no Brasil, Boric no Chile, Petro na Colômbia, Sánchez na Espanha, Sheinbaum no México e lideranças no Uruguai escolhem defender Maduro. A população venezuelana que enfrentou repressão, fome e êxodo merecia apoio de governos progressistas. Em vez disso, esses países condenam operação que capturou ditador acusado de crimes graves. A escolha de ideologia sobre humanitarismo revela valores questionáveis desses governos agora.

Comentário Crítico e Exclusivo – Silêncio Sobre Crimes de Maduro

Os governos de esquerda que assinaram declaração mantêm silêncio ensurdecedor sobre crimes cometidos por Maduro. Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai não mencionam violações de direitos humanos documentadas por organizações internacionais. A tortura, desaparecimentos forçados e execuções extrajudiciais cometidas pelo regime chavista são ignorados. Esses governos progressistas que se apresentam como defensores de direitos humanos falham em condenar atrocidades. A seletividade na condenação de violações de direitos humanos baseada em alinhamento ideológico é moralmente indefensável agora.

Comentário Crítico e Exclusivo – Falta de Credibilidade Moral

A credibilidade moral dos governos de esquerda que assinaram declaração está comprometida por hipocrisia flagrante. Lula, Boric, Petro, Sánchez, Sheinbaum e lideranças no Uruguai defendem Maduro enquanto ignoram crimes contra humanidade. A população venezuelana que sofreu sob ditadura vê esses governos como cúmplices através de silêncio. A defesa de ditador acusado de narcoterrorismo enquanto condenam intervenção militar revela prioridades morais questionáveis. A comunidade internacional deve questionar credibilidade de governos que aplicam duplos padrões em questões de direitos humanos agora.

Por Pr. Rilson Mota

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