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A Dança das Sombras: Por Que a Violência Contra a Mulher Ganha Ritmo em Guarapuava?

Rilson Mota por Rilson Mota
22 de fevereiro de 2025
em Guarapuava
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A Dança das Sombras: Por Que a Violência Contra a Mulher Ganha Ritmo em Guarapuava?

Imagem Ilustrativa de Banco de Imagens.

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Por Pr. Rilson Mota

Vocês, leitores do Amor Real Notícias, jogaram uma pedra no lago calmo da nossa redação: “Por que a violência contra a mulher está crescendo em Guarapuava?” Em 2025, as ruas do bairro Alto Cascavel e do Distrito Jordão sussurram respostas em códigos que não cabem nas linhas comuns. Agradecemos seus elogios, que são nosso fogo, e suas críticas, que são nosso vento — juntos, estamos escrevendo uma história que rasga o véu da mesmice, e hoje dançamos com as sombras para revelar o que elas escondem.

Imaginem Guarapuava como um palco antigo, onde as luzes tremulam e os atores, nós todos, giram em um espetáculo que não escolhemos. As cortinas se abriram em 7 de outubro de 2023, quando o Brasil viu 258.941 casos de violência doméstica, segundo o Anuário de Segurança Pública. Aqui, em 2025, os refletores capturam cenas como a de uma mulher de 68 anos, com a cabeça contra o asfalto, ou outra de 37, expulsa com seus filhos. Mas por que o ritmo dessa dança macabra acelera?

Não é apenas uma questão de números; é uma coreografia de forças invisíveis. A cidade respira um ar denso, onde a economia é um tambor que bate fora do compasso. Os grãos de soja e milho, orgulho de Guarapuava, enfrentam mercados instáveis, e o dinheiro que não chega às mesas vira um grito preso que homens ecoam em casa, como o agressor do Jordão, embriagado por mais do que álcool.

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As ruas, como fios de um tear, estão sendo esticadas além do limite. Guarapuava cresce, seus bairros se expandem, mas os espaços para respirar encolhem. Em bairros como Santana ou Santa Cruz, a urbanização é um dançarino desajeitado, empurrando famílias para cantos onde a tensão ferve, e as mulheres, muitas vezes, são o alvo de uma frustração que não sabem nomear.

Há uma melodia antiga tocando ao fundo, um refrão que sussurra que o lar é o reino do homem. Em 2025, essa canção desafinada ainda ecoa em Guarapuava, onde tradições mal interpretadas viram correntes. O caso do bairro Alto Cascavel, com o homem de 57 anos esganando sua parceira, é um verso dessa música que precisamos calar, mas que insiste em soar alto demais.

A tecnologia é o novo parceiro dessa dança, mas seus passos são traiçoeiros. Em um mundo de telas, o WhatsApp e o Instagram viram espelhos distorcidos, refletindo ameaças que saltam do virtual para o real. Em Guarapuava, o stalking digital, que cresceu 34,5% no Brasil em 2023, é um ritmo que embala a violência antes que ela exploda em punhos e gritos.

As sentinelas da cidade, como o 16º Batalhão da PM, dançam com bravura, mas o palco está mal iluminado. A prisão de agressores é um aplauso merecido, mas a falta de abrigos e redes de apoio é uma falha no roteiro. Sem um refúgio, mulheres como a do Distrito Jordão voltam ao mesmo compasso de medo, e a violência ganha mais uma volta.

A educação, que deveria ser o maestro, perdeu a batuta. Em Guarapuava, as escolas não entoam hinos de respeito mútuo com a força necessária, e os jovens crescem sem aprender os passos de uma dança diferente, onde a harmonia substitui o domínio. Sem essa trilha, os velhos acordes da violência ecoam sem fim.

A subnotificação, um dançarino mascarado, está saindo do palco. Em 2023, 61% das vítimas nacionais ficaram caladas, mas em Guarapuava, mulheres como a de 68 anos estão trocando o silêncio por denúncias. Esse despertar é um tambor que ressoa mais alto, revelando o que antes se escondia nos bastidores da cidade.

A pandemia deixou ecos que ainda balançam as cortinas. O isolamento de 2020 a 2022 virou uma dança forçada com agressores, e em Guarapuava, esse ritmo não parou. Famílias presas em espaços pequenos aprenderam passos de tensão que continuam a soar em 2025, como um eco que não encontra saída.

A comunidade é um coro desafinado. Testemunhas como a inquilina do Alto Cascavel gravam a verdade, mas muitos ainda preferem o silêncio ao canto da denúncia. Em uma cidade que pulsa com laços fortes, Guarapuava precisa afinar suas vozes para expulsar os dançarinos errados do palco.

O poder público toca uma nota tímida. A Lei Maria da Penha é uma partitura sólida, mas sua execução em Guarapuava depende de mais músicos — políticas de prevenção, apoio psicológico, campanhas que cheguem às esquinas mais distantes. Sem isso, o espetáculo da violência segue com aplausos indesejados.

Aos leitores do Amor Real Notícias, nosso agradecimento é uma reverência. Seus elogios nos erguem, suas críticas nos guiam, e juntos estamos desenhando um novo ato, longe da mesmice. Vocês nos inspiram a dançar com as palavras, a iluminar o que ninguém quer ver, e a buscar respostas que transformem.

Então, por que a violência contra a mulher cresce em Guarapuava? Porque o palco está lotado de dançarinos descompassados — economia instável, cultura distorcida, tecnologia traiçoeira, educação muda e silêncios quebrados tarde demais. Mas esse não é o fim da peça; é o começo de uma coreografia nova, onde cada um de nós pode mudar o ritmo.

Esta reportagem é um manifesto em movimento. Que Guarapuava troque as sombras por luzes, que o Amor Real Notícias seja o tambor que chama vocês para o palco, e que juntos coreografemos um futuro onde mulheres dancem livres, não acorrentadas. Vamos girar essa história até que a violência seja apenas um eco apagado do passado.

Amor Real Notícias: Informando com responsabilidade e compromisso com a verdade.

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