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“Polícia Civil do Paraná Aumenta em 118% o Número de Prisões por Homicídios em 2024: Uma Resposta à Impunidade”

Rilson Mota por Rilson Mota
19 de dezembro de 2024
em Paraná
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“Polícia Civil do Paraná Aumenta em 118% o Número de Prisões por Homicídios em 2024: Uma Resposta à Impunidade”

Delegacia de homicídios complexos tem aumento de 118% nas prisões em Curitiba Foto: Renata Magalhães/PCPR

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Por Pr. Rilson Mota

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) registrou, em 2024, um aumento expressivo de 118% no número de prisões realizadas pela Delegacia de Homicídios de Maior Complexidade (DHMC) em comparação ao ano anterior. Foram contabilizadas 177 prisões, contra 81 em 2023, um desempenho atribuído ao planejamento estratégico, ampliação de recursos e reforço no efetivo policial. Entre os detidos, 26 eram foragidos da Justiça por crimes contra a vida.

Além das prisões, a DHMC também concluiu 337 investigações de homicídios complexos, um aumento de 17% em relação ao ano passado. A unidade é responsável por apurar crimes ocorridos antes de 2020 e tem como prioridade localizar foragidos com mandados pendentes, demonstrando que o tempo não deve ser um obstáculo para a responsabilização criminal.

Para o delegado Thiago Filgueiras, que lidera a DHMC, os números refletem os avanços estruturais na segurança pública estadual.

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“A não existência de condenados impunes é o esperado em um sistema que consiga proteger os direitos do réu, da vítima e da sociedade. O tempo não deve servir como escudo para a impunidade.”


Casos de Destaque: Justiça Para Crimes Antigos

Entre as 177 prisões realizadas, destacam-se três casos emblemáticos que reforçam o compromisso da DHMC em não deixar crimes sem resposta.

  1. O Caso de 1997
    Em maio, um homem de 55 anos foi preso após ter sido condenado por um homicídio ocorrido em 1997. O mandado de prisão, expedido em 2012, previa uma sentença de 12 anos, nove meses e 10 dias em regime fechado. Após mais de duas décadas, a Justiça foi cumprida.
  2. O Feminicídio de 2013
    Ainda em maio, no bairro Capão Raso, em Curitiba, foi preso um homem de 67 anos condenado por um feminicídio ocorrido em 2013, em Florianópolis. A sentença de 32 anos e oito meses transitou em julgado em 2020, e o condenado estava foragido desde então.
  3. Homicídio na Zona Rural de Campo Largo
    Em julho, a polícia prendeu um homem condenado por um homicídio ocorrido em 2003, na zona rural de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. A sentença de 15 anos, determinada em 2017, permaneceu sem cumprimento até este ano, quando a DHMC conseguiu localizá-lo.

Esses casos simbolizam o esforço contínuo da Polícia Civil para responsabilizar criminalmente os envolvidos em homicídios, independentemente de quanto tempo tenha passado.


Investimentos em Estrutura e Estratégia

O sucesso da DHMC em 2024 é resultado de um planejamento estratégico robusto, que incluiu:

  • Ampliação do efetivo policial: Mais agentes especializados foram incorporados à equipe, aumentando a capacidade de investigação.
  • Melhoria de equipamentos: Novas tecnologias foram adquiridas para facilitar a identificação de foragidos e a coleta de provas.
  • Capacitação contínua: Cursos e treinamentos para os investigadores reforçaram a qualificação técnica e tática da unidade.

Esses investimentos refletem o compromisso do Estado em modernizar a segurança pública, possibilitando respostas mais rápidas e eficazes aos crimes.


O Tempo e a Impunidade: Um Debate Necessário

A atuação da DHMC traz à tona um debate importante: o impacto do tempo na percepção de impunidade. Muitos casos emblemáticos ficam marcados por longos períodos de inação, seja pela dificuldade em localizar os condenados ou por falhas estruturais. A prisão de indivíduos por crimes cometidos há mais de 20 anos reforça a ideia de que a Justiça pode tardar, mas não deve falhar.

De acordo com o especialista em segurança pública Rafael Soares, a demora no cumprimento de mandados pode deslegitimar o sistema judicial:

“Quando o Estado demora décadas para responsabilizar um condenado, a sensação de impunidade cresce. A atuação da DHMC é um contraponto necessário a essa percepção, mas precisamos de reformas que tornem o sistema mais ágil.”


Resultados Além dos Números

Embora os números sejam impressionantes, o impacto da atuação da DHMC vai além das estatísticas. Para as famílias das vítimas, a prisão de foragidos representa um passo importante para o fechamento de um ciclo de dor e sofrimento.

Para Ana Paula Ferreira, irmã de uma vítima de homicídio, a captura de um condenado 15 anos após o crime trouxe um sentimento de alívio:

“Minha família esperou anos por justiça. Saber que o responsável foi preso nos dá um pouco de paz. É um trabalho que devolve esperança para quem já tinha perdido a fé no sistema.”


Os Próximos Passos na Segurança Pública

Com o aumento das prisões e o avanço nas investigações, a PCPR projeta novos desafios para o futuro. Entre as prioridades estão:

  • Redução do tempo de investigação: Investimentos em inteligência artificial e análise de dados podem acelerar a solução de casos complexos.
  • Fortalecimento das unidades regionais: Expandir o modelo de sucesso da DHMC para delegacias de outras regiões do estado.
  • Parcerias internacionais: Muitos foragidos deixam o país, tornando necessária a cooperação com polícias de outras nações.

Conclusão: Uma Justiça que Não Esquece

Os resultados alcançados pela Delegacia de Homicídios de Maior Complexidade em 2024 demonstram que o tempo não deve ser um aliado da impunidade. As 177 prisões realizadas, somadas à conclusão de 337 investigações, representam um marco no compromisso da Polícia Civil do Paraná em garantir que crimes antigos não fiquem sem resposta.

A modernização da segurança pública, aliada à determinação das equipes, é um exemplo de como o Estado pode reverter a sensação de injustiça e restaurar a confiança da sociedade no sistema judicial. No entanto, a luta contra a impunidade é contínua e exige esforços constantes para que cada vítima e família tenha a certeza de que a Justiça será feita.

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