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“Febre do Nilo Ocidental em Porecatu: Paraná intensifica vigilância e investigação epidemiológica”

Rilson Mota por Rilson Mota
29 de novembro de 2024
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“Febre do Nilo Ocidental em Porecatu: Paraná intensifica vigilância e investigação epidemiológica”

Fonte: SESA/PR

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Por Pr. Rilson Mota

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) concluiu nesta quinta-feira (28) uma operação ampliada de vigilância epidemiológica contra a Febre do Nilo Ocidental (FNO) na região Norte do Paraná, com foco no município de Porecatu. A ação foi desencadeada após a identificação de equinos positivos para a doença, um alerta que mobilizou forças estaduais e municipais em um esforço coordenado para monitorar e controlar a circulação do vírus.

Organizada pela Coordenadoria de Vigilância Ambiental da Sesa e pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), a operação envolveu a 17ª Regional de Saúde de Londrina, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e autoridades locais. Durante uma semana de trabalho de campo, foram realizadas coletas de amostras, investigações epidemiológicas e levantamentos detalhados de informações sobre os possíveis vetores da doença.

O que é a Febre do Nilo Ocidental?

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A Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral causada por um arbovírus, transmitido principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex, popularmente conhecidos como pernilongos. Embora tenha sido identificada pela primeira vez em Uganda, na década de 1930, a doença tem se espalhado globalmente devido à mobilidade humana, mudanças climáticas e adaptação dos vetores. No Paraná, a FNO foi registrada pela primeira vez em 2021, mas até agora apenas em animais.

Embora a maioria das pessoas infectadas permaneça assintomática ou apresente sintomas leves, como febre e dores musculares, cerca de 1% dos casos pode evoluir para formas graves. Nesses casos, o sistema nervoso central é afetado, podendo resultar em encefalite, meningite e até morte. A gravidade da doença reforça a necessidade de vigilância constante e ações de controle oportunas.

O papel da vigilância ampliada

Segundo Ivana Belmonte, coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, a iniciativa de intensificar as ações em Porecatu é essencial para compreender a dinâmica da circulação viral na região. “Com as coletas realizadas e a investigação em campo, conseguimos identificar os riscos e elencar medidas preventivas específicas. Isso é vital para reduzir a possibilidade de transmissão humana e evitar surtos nas áreas adjacentes”, explicou.

A vigilância epidemiológica é especialmente importante em áreas com grande presença de vetores e reservatórios da doença, como aves e equinos. Em Porecatu, além dos casos positivos em cavalos, há a preocupação com a presença de aves migratórias, que podem atuar como hospedeiros do vírus, disseminando-o para outras localidades.

Prevenção é a chave

Assim como outras doenças transmitidas por vetores, a Febre do Nilo Ocidental pode ser evitada com medidas preventivas eficazes. Para isso, a colaboração entre poder público e população é fundamental. “Controlar a proliferação de mosquitos, eliminar criadouros e utilizar repelentes são ações que devem ser intensificadas tanto pelas autoridades quanto pela comunidade”, destacou Ivana.

Além disso, estratégias como campanhas de conscientização e o uso de tecnologias de monitoramento, como drones e imagens de satélite, podem ampliar a capacidade de detecção e resposta. Em Porecatu, o uso de imagens georreferenciadas tem sido uma ferramenta valiosa para mapear áreas de risco e planejar intervenções específicas.

Impactos da FNO na saúde pública

Embora a Febre do Nilo Ocidental não tenha causado casos humanos registrados no Paraná até o momento, a possibilidade de surtos coloca em alerta as autoridades de saúde. A experiência de outros países mostra que a disseminação do vírus em áreas urbanas pode sobrecarregar os sistemas de saúde e aumentar os índices de mortalidade, especialmente entre populações vulneráveis, como idosos e imunocomprometidos.

Por isso, a integração entre vigilância veterinária e epidemiológica é essencial para prevenir a transmissão entre animais e humanos. “A detecção precoce em cavalos, aves e mosquitos é o primeiro passo para evitar a disseminação em larga escala”, enfatizou a coordenadora da Sesa.

Próximos passos

Com a conclusão das ações de campo em Porecatu, a Sesa deve consolidar os dados coletados e elaborar um relatório detalhado com recomendações para fortalecer as políticas públicas de saúde na região. Entre as medidas esperadas estão o reforço das equipes de vigilância, a intensificação das campanhas de educação em saúde e a articulação de ações conjuntas com os municípios vizinhos.

Um problema global, uma resposta local

A Febre do Nilo Ocidental é um exemplo de como doenças emergentes representam desafios globais que exigem respostas rápidas e localizadas. No Paraná, o trabalho realizado em Porecatu mostra que a articulação entre diferentes níveis de governo e setores é a melhor forma de proteger a população.

O combate à FNO é um lembrete de que saúde pública é uma responsabilidade coletiva. Cada ação, desde a eliminação de criadouros até o uso responsável de tecnologias, contribui para manter o Paraná preparado para enfrentar não apenas a Febre do Nilo, mas outras ameaças epidemiológicas. “A vigilância ativa e a prevenção são as nossas melhores defesas”, concluiu Ivana Belmonte.

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