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Agosto será decisivo para queda da pandemia no Paraná, aposta governo

Rilson Mota por Rilson Mota
29 de junho de 2021
em Paraná
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Agosto será decisivo para queda da pandemia no Paraná, aposta governo
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O governo do Paraná aposta no mês de agosto como decisivo para começar a ter quedas significativas nos índices da pandemia de coronavírus. A meta da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) é de ter nessa data 80% da população acima de 18 anos com a primeira dose da vacina de Covid-19 (aproximadamente 6,9 milhões de pessoas) e 40% da população adulta completamente imunizada com as duas doses (cerca de 3,5 milhões de pessoas).

“Entre vacinados da primeira e segunda dose, teremos um percentual interessante em agosto. Isso vai nos dar capacidade de fazer um escudo maior da imunidade, o que vai fazer baixar a transmissão do vírus. Mas mesmo assim, é preciso manter todas as medidas preventivas, de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos”, avalia o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, em entrevista à Gazeta do Povo.

Atualmente, o Paraná está se aproximando de ter metade da população adulta vacinada com a primeira dose. Até segunda-feira (28), foram 4,1 milhões de pessoas imunizadas com uma dose, totalizando 47,1% da meta. Porém, apenas 14,9% da população adulta do Paraná já está completamente imunizada com as duas doses. Vale lembrar que no caso da imunização com as vacinas Astrazeneca e Pfizer o intervalo entre as duas doses é de três meses, enquanto que com a Coronavac é entre 21 e 28 dias.

Dessa forma, restam vacinar 4,6 milhões de pessoas com a primeira dose e 7,4 milhões com a segunda dose para o Paraná alcançar a meta da Sesa no prazo de 60 dias, até o fim de agosto. No total, 5,5 milhões de vacinas da Covid-19 entre primeira e segunda dose foram aplicadas no estado desde o início da imunização em janeiro. Os dados não levam em conta as 5.182 pessoas imunizadas com a Jansen aplicadas desde segunda-feira – a vacina americana é de dose única.

O cenário do Paraná praticamente se replica em Curitiba. Na capital, 52,5% dos curitibanos adultos receberam a primeira dose, totalizando perto de 762 mil pessoas, conforme a última atualização do vacinômetro de domingo (26). Já os curitibanos que receberam as duas doses são 16,5% da população adulta, com cerca de 240 mil pessoas já completamente imunizadas até agora. Na capital, a aplicação da primeira dose por grupos de idade está parada desde segunda-feira (28) por falta de doses – a Sesa espera receber entre quarta e quinta-feira um novo lote do Ministério da Saúde entre 300 mil e 500 mil doses.

Duas doses

Para o pesquisador Emanuel Maltempi de Souza, professor do departamento de Bioquímica e Biologia Molecular e coordenador da comissão de Acompanhamento e Controle de Propagação do Novo Coronavírus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o índice atual de quase 50% da população paranaense vacinada só com a primeira dose ainda não tem efeito epidemiológico. Tanto que a circulação do vírus segue muito alta: só em Curitiba, a média está em 30 novas infecções por 100 mil habitantes por dia.

“Só com 70% a 80% da população vacinada com duas doses vai haver circulação baixa de fato do vírus”, avalia o pesquisador da UFPR, citando o caso da cidade de Serrana (SP), onde estudo do Instituto Butantan imunizou 95% da população adulta com a Coronavac. A pesquisa em Serrana provou que somente com 70% dos moradores vacinados com as duas doses a circulação do coronavírus foi controlada.

Maltempi, que também coordena a equipe que está desenvolvendo uma vacina da Covid-19 na UFPR, ressalta também que ainda não há estudos que comprovem qual o percentual de eficácia da primeira dose nas novas variantes do coronavírus que estão surgindo. “Por tudo isso, ainda não dá para a população deixar as medidas não farmacológicas, com a máscara e o distanciamento social, como principais medidas para evitar o contágio”, enfatiza o pesquisador.

Por exemplo, no Chile, os índices de transmissão da Covid-19 vieram subindo desde o abril, quando o ritmo da vacinação estava acelerado – o país andino tem a vacinação mais avançada na América Latina e a quinta em todo o mundo. Nesta terça-feira, o Chile alcançou as marcas de 82,1% da população adulta com a primeira dose ou dose única da Jansen e 68% com a segunda dose.

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Mesmo com o bom ritmo da imunização, o país bateu recordes seguidos de infecções por Covid-19 no início de junho, com cerca de 9 mil casos por dia. O avanço levou o governo chileno a decretar medidas restritivas novamente, o que fez os casos caíram para aproximadamente 4 mil casos por dia, número ainda alto. “Aparentemente, a população do Chile se sentiu mais segura após receber apenas a primeira dose e relaxou das medidas preventivas. O mesmo aconteceu em outros países com a vacinação avançada”, avalia Maltempi.

Cenário longe de estar tranquilo

O médico cardiologista José Rocha Faria Neto, coordenador do Núcleo de Epidemiologia e Pesquisa Clínica (Epicenter) do curso de medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), também afirma que o cenário com quase metade da população vacinada com a primeira dose não impacta na pandemia. “O quadro no Paraná nos próximos meses ainda é de cuidado, porque o patamar de transmissão ainda está muito alto. A situação definitivamente ainda não é boa. Estamos longe do cenário como dos Estados Unidos e Israel, onde está havendo flexibilizações por causa do avanço da vacinação”, enfatiza.

Faria Neto enfatiza que a primeira dose não é passaporte para as pessoas flexibilizarem os cuidados. “Nem a segunda dose vai nos livrar dos cuidados preventivos por um tempo ainda”, explica. Tanto que, o próprio médico afirma estar atendendo muitos pacientes contaminados pela Covid-19 após a aplicação da primeira dose da vacina. “A primeira dose já tem uma determinada eficácia. Mas a imunização completa é só com a segunda dose”, enfatiza.

Sobre o cenário atual, o professor da PUCPR lamenta o ritmo lento da vacinação não só no Paraná, mas em todo o Brasil. “Essa constante suspensão da vacinação por falta de doses que estamos vendo, como em Curitiba, atrapalha o combate epidemiológico, prolongando a epidemia e dando chance de termos novos momentos de piora no cenário geral”, afirma. Curitiba é um exemplo: a prefeitura espera para essa semana o envio de uma nova remessa de vacinas para retomar a imunização por faixas de idade que foi suspensa segunda-feira por falta de doses no grupo de 47 anos completos no primeiro semestre.

Fonte

Tag: Covid-19SESA-PRVacina Covid-19

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