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Paraná registra marca inédita de mortes relacionadas a transtornos mentais

Amor Real Notícias por Amor Real Notícias
11 de janeiro de 2022
em Paraná
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Paraná registra marca inédita de mortes relacionadas a transtornos mentais
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Pelo terceiro ano consecutivo o Paraná registra um recorde no número de mortes relacionadas a transtornos mentais e comportamentais, superando pela primeira vez a marca de mil mortes ao longo de um ano inteiro. É o que revelam dados do Ministério da Saúde, extraídos pelo Bem Paraná do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). O primeiro mês de cada ano, inclusive, é marcado pela campanha Janeiro Branco, cujo objetivo é justamente chamar a atenção para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas.
Em 2020, ano mais recente com dados disponíveis no SIM, foram registrados 1.036 óbitos no estado decorrentes de transtornos mentais e comportamentais. Incluídos no Capítulo V da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), tais transtornos incluem situações como esquizofrenia, transtornos do humor [afetivos], transtornos mentais orgânicos, transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa, transtornos neuróticos, transtornos relacionados com o estresse, transtornos da personalidade, transtornos do desenvolvimento psicológico, entre outros.
Na comparação com 2019, quando haviam sido registrados 912 falecimentos desse tipo, é possível verificar que houve um aumento de 13,6% nos falecimentos associados a transtornos mentais e comportamentais.
Além disso, ao longo da última década (2011-2020) foram anotadas 8.529 mortes relacionadas a esse tipo de enfermidade. Isso dá uma média de cinco óbitos a cada dois dias ou ainda um falecimento relacionado a transtornos mentais e comportamentais a cada 10 horas, aproximadamente.

Aumento nos óbitos já era algo esperado em meio à pandemia
Em entrevista ao Bem Paraná no começo do ano passado, o psiquiatra Marcelo Kimati Dias, professor adjunto da Universidade Federal do Paraná e ex-diretor de Política sobre Drogas da Prefeitura de Curitiba, já havia comentado que a expectativa com relação aos dados de 2020 era de aumento nas mortes relacionadas aos transtornos mentais e comportamentais por conta dos impactos da pandemia do novo coronavírus, situação que agora se confirma.
“No período da pandemia, aumentou a prevalência de uso abusivo de álcool e drogas, fatores muito associados ao risco de suicídio. Além disso, nos últimos seis anos houve um processo de intensa medicalização da população. Hoje é difícil ter uma casa que não tenha alguém que faça uso e guarde substâncias psicotrópicas”, comentou na ocasião o especialista, quando ressaltou, também, que o cenário no Brasil é de ‘tempestade perfeita’, no qual uma série de fatores coadunam e resultam, não raro, em um desfecho trágico. Entre esses fatores está a já citada hipermedicalização da população, o agravamento do cenário de crise econômica e social e a redução da capilaridade do sistema de saúde pública no Brasil, especialmente no que diz respeito à atenção básica, primária.

‘O mundo pede saúde mental!’, é o lema de campanha mundial
Neste ano, a Campanha Janeiro Branco tem como lema ‘O mundo pede saúde mental’, trazendo um questionamento à sociedade: quando o assunto é saúde mental, o que você faz para cuidar da sua?
‘O Mundo Pede Saúde Mental’ e podemos ajudar à humanidade em relação a isso! Falando sobre isso e chamando as pessoas para pensarem sobre isso! Bora fazer a diferença nas vidas das pessoas? Janeiro Branco: ‘Quem Cuida Da Mente, Cuida Da Vida!’’, diz o site da campanha, o janeirobranco.com.br.
Foram listadas, ainda, 12 atitudes para um mundo com mais saúde mental. São elas: políticas públicas para a saúde mental; prática de exercícios físicos; práticas e hobbies terapêuticos; condições sociais dignas de existência; qualidade de vida; contato com a natureza; vínculos sociais profundos; autoconhecimento; abertura a novos conhecimentos; espiritualidade saudável; autonomia mental; e sentidos próprios de vida.

Roxo
Janeiro chama a atenção da doença mais antiga do mundo
Enfermidade mais antiga na história da humanidade, a hanseníase representa, ainda hoje, um problema de saúde pública no Brasil. Com o segundo maior número de casos do mundo, nesta última década o País ultrapassou 300 mil novos diagnósticos. Como forma de promover a prevenção, secretarias de saúde de todo o Brasil, que disponibilizam o tratamento pelo SUS, mobilizam-se para realizar o Janeiro Roxo.
A campanha Janeiro Roxo tem o propósito de ampliar o conhecimento da população sobre a hanseníase, cujos primeiros registros na história da humanidade remontam a 400 a.C. Como doença tropical negligenciada e infectocontagiosa de evolução crônica, atravessou os séculos envolta em preconceito e estigmas.
“A hanseníase se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos, como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés”, afirma o dermatologista Dário Rosa. Segundo o médico, a transmissão se dá pelo agente Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen, por meio de contato próximo e prolongado entre as pessoas.
Os sinais mais evidentes da hanseníase, descreve o médico, são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, geralmente com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio ou ao tato.
A doença tem tratamento e cura, mas precisa ser identificada logo.

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Mortes relacionadas a transtornos mentais e comportamentais
no Paraná

2020 1.036
2019 912
2018 905
2017 752
2016 821
2015 791
2014 787
2013 852
2012 769
2011 904
Fonte: Ministério da Saúde – Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM)

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