Amor Real Notícias |
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
12 de janeiro de 2026
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Amor Real Notícias |
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Home Brasil

Vacina da UFRJ contra a covid-19 deve ter testes em humanos este ano

Rilson Mota por Rilson Mota
4 de agosto de 2021
em Brasil, Tecnologia
0
Vacina da UFRJ contra a covid-19 deve ter testes em humanos este ano

Coppe/UFRJ – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

0
SHARES
5
VIEWS
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp

Autorização deve ser pedida à Anvisa ainda este mês

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está desenvolvendo uma vacina contra a covid-19 e deve pedir, ainda este mês, a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar os testes clínicos em humanos. A equipe é liderada pela professora Leda Castilho, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe).

Denominada de UFRJvac, os testes com a vacina em animais foram promissores, segundo a professora. “A vacina está passando pelos últimos estágios de estudos em animais, que são os estudos que a gente chama de pré-clínicos. E, se tudo der certo, ela deve entrar em ensaios clínicos, que são os ensaios em voluntários humanos, até o final desse ano”.

Leda explicou que a tecnologia usada pela UFRJ é a da proteína recombinante, que utiliza uma cópia da proteína que recobre a superfície do vírus. A mesma técnica é usada em vacinas como a contra a hepatite B, o papilomavírus humano (HPV) e também na vacina contra a gripe.

“Essa tecnologia é facilmente aplicável a outras variantes do coronavírus e a outros vírus também. Mas para cada vírus a gente vai ter que entender e pesquisar qual é a melhor proteína viral que seria usada como componente ativo, o IFA da vacina. No caso do coronavírus já se sabe que é a proteína chamada de spike, a proteína que compõe a espícula, aquela parte pontiaguda do vírus, ela é uma boa IFA para vacinas”, disse a professora.

NóticiasRelacionadas

Defesa paga pelo Estado: Câmara avança em projeto para blindar atuação de policiais sob acusação

Fundo ligado a teia do caso Master apareceu em empresas de parentes de Toffoli, apontam registros

De acordo com ela, a equipe trabalha com diferentes variantes do coronavírus e está preparada para lidar com novas mutações que surgirem.

“A gente tem [vacinas com] várias variantes em desenvolvimento, algumas já prontas. Então, até o final do ano, antes de entrar em ensaios em humanos, a gente vai decidir qual é a variante mais importante para seguir adiante no desenvolvimento”, explicou.

Tipos de vacina

Cada uma das quatro vacinas contra a covid-19 utilizadas no Brasil, até o momento, tem uma tecnologia de desenvolvimento diferente.

A CoronaVac, desenvolvida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, utiliza a tecnologia de vírus inativado. Ao ser injetado no organismo, o vírus morto não é capaz de causar a doença, mas induz uma resposta imunológica.

O imunizante desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, na Inglaterra, e produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), emprega a tecnologia do vetor viral. No caso, é usado o adenovírus, que infecta chimpanzés e é manipulado geneticamente para ser inserido o gene da proteína spike do Sars-CoV-2.

A vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer, desenvolvida em parceria com o laboratório BioNTech, se baseia na tecnologia de RNA mensageiro sintético, que dá as instruções ao organismo para a produção das proteínas encontradas na superfície do novo coronavírus, estimulando assim a resposta do sistema imune.

Por último, a vacina Janssen, do grupo Johnson & Johnson, a única aplicada em apenas uma dose, também utiliza o vetor viral. Nesse caso, foi utilizado um tipo específico de adenovírus geneticamente modificado para não se replicar em seres humanos.

Agência Brasil

Tag: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)Astrazeneca/FiocruzCoronavac/ButantanCovid-19Fundação Oswaldo CruzMinistério da SaúdePfizer/BioNTechUFRJvacVacina Covid-19

Relacionado Postagens

Defesa paga pelo Estado: Câmara avança em projeto para blindar atuação de policiais sob acusação
Brasil

Defesa paga pelo Estado: Câmara avança em projeto para blindar atuação de policiais sob acusação

por Rilson Mota
12 de janeiro de 2026
Fundo ligado a teia do caso Master apareceu em empresas de parentes de Toffoli, apontam registros
Brasil

Fundo ligado a teia do caso Master apareceu em empresas de parentes de Toffoli, apontam registros

por Rilson Mota
12 de janeiro de 2026
Mirassol dá aula no Maião e coloca o São Paulo na roda na largada do Paulistão
Brasil

Mirassol dá aula no Maião e coloca o São Paulo na roda na largada do Paulistão

por Rilson Mota
12 de janeiro de 2026
Nova pirâmide alimentar volta aos EUA e acende disputa: ciência, política e prato do dia
Saúde

Nova pirâmide alimentar volta aos EUA e acende disputa: ciência, política e prato do dia

por Rilson Mota
12 de janeiro de 2026
F2 e não foi brincadeira: o “tornado pontual” que virou reforma geral no Guatupê
Paraná

F2 e não foi brincadeira: o “tornado pontual” que virou reforma geral no Guatupê

por Rilson Mota
12 de janeiro de 2026
Após rastro de destruição, Simepar vai a campo para “medir” tornado em São José dos Pinhais
Paraná

Após rastro de destruição, Simepar vai a campo para “medir” tornado em São José dos Pinhais

por Rilson Mota
11 de janeiro de 2026
Amor Real Notícias |

© 2024 Amor Real Notícias - Todos os direitos reservados.

Veja mais

  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Tecnologia

Nós siga nas redes sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Guarapuava
  • Região
  • Tecnologia

© 2024 Amor Real Notícias - Todos os direitos reservados.

Amor Real Notícias utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies .